Trocar e dividir experiências com quem realmente faz diferença nesse mundo turbulento que vivemos. Ao compartilhar as fotos ou textos favor mencionar créditos: Aninha Apolinário. Obrigada e sejam bem vindos ;) Instagram @aninhaapolinario E-mail: aninhamusical@gmail.com
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Tempo...
Muito tempo para perceber a pequena diferença entre o necessário e o essencial ;)
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disciplina,
etapas,
paciência,
Tempo
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Titãs - EPITÁFIO
http://www.youtube.com/watch?v=_AXaasz-OMQ&feature=fvsr
Epitáfio Titãs
Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído?
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr.
http://www.vagalume.com.br/titas/epitafio.html#ixzz148hILLlq
Epitáfio Titãs
Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído?
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr.
http://www.vagalume.com.br/titas/epitafio.html#ixzz148hILLlq
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Titãs - EPITÁFIO
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Li hoje no Meio/Mensagem
Sem argumentos fortes você não sobrevive no mercado
Esses são os argumentos de Herlander Zola
Cair na estrada, conhecer gente nova, visitar lugares desconhecidos.
Se perder, se achar...esquecer o relógio, o email, a internet.
Falar línguas que não aprendemos. Experimentar o que tiver de mais estranho.
Rir, ler, aprender...
Para entender o mundo lá fora é preciso olhar o mundo de fora.
Idéia nenhuma é boa para quem nunca sabe de nada.
Herlander Zola ( Gerente de Marketing Volkswagen )
Meio & Mensagem - 25/10/2010 - Ano XXXII - Número 1432
Esses são os argumentos de Herlander Zola
Cair na estrada, conhecer gente nova, visitar lugares desconhecidos.
Se perder, se achar...esquecer o relógio, o email, a internet.
Falar línguas que não aprendemos. Experimentar o que tiver de mais estranho.
Rir, ler, aprender...
Para entender o mundo lá fora é preciso olhar o mundo de fora.
Idéia nenhuma é boa para quem nunca sabe de nada.
Herlander Zola ( Gerente de Marketing Volkswagen )
Meio & Mensagem - 25/10/2010 - Ano XXXII - Número 1432
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Apresentação Escola Fefê
É sempre muito emocionante ver nosso filho se apresentando no meio de outras crianças, é sempre um presente ! As cenas ficam registradas e afagam a alma ;)
A homenagem de hoje foi para a primavera e aluns poetas, artistas, etc.
A frase que mais me marcou foi:
Para mim, a arte reflete a celebração das coisas simples e gostosas da vida.
Romero Brito
A homenagem de hoje foi para a primavera e aluns poetas, artistas, etc.
A frase que mais me marcou foi:
Para mim, a arte reflete a celebração das coisas simples e gostosas da vida.
Romero Brito
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Apresentação Escola Fefê,
Romero Brito
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Tenta ver...
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Tenta ver...
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Chuva Lilás no MUBE
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Chuva Lilás no MUBE
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Alguns achados por aí...
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Alguns achados por aí...
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Ser criança
O Fefê ganhou um presente da professora com esse bilhetinho fofo ;)
Ser criança é acreditar que tudo é possível.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.
É se tornar gigante diante dos gigantescos pequenos obstáculos.
Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.
Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser.
Gilberto dos Reis
Aproveitei para linkar com meu click grafite brincalhão
Ser criança é acreditar que tudo é possível.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.
É se tornar gigante diante dos gigantescos pequenos obstáculos.
Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.
Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser.
Gilberto dos Reis
Aproveitei para linkar com meu click grafite brincalhão
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Gilberto dos Reis,
Ser criança
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sábado, 2 de outubro de 2010
Maravilhoso !!!
A música tem esse poder e me fascina cada vez mais...
Jarbas Agnelli: "Birds on the wires", a história e a música por trás de uma foto do Paulo Pinto ( fotógrafo Estadão )
http://www.youtube.com/watch?v=-7XoQuc9nlg&feature=player_embedded
Jarbas Agnelli: "Birds on the wires", a história e a música por trás de uma foto do Paulo Pinto ( fotógrafo Estadão )
http://www.youtube.com/watch?v=-7XoQuc9nlg&feature=player_embedded
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a história e a música por trás de uma foto Paulo Pinto ( fotógrafo Estadão ),
Jarbas Agnelli: "Birds on the wires"
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Mensagem Grafitada na Rua Augusta sentido Centro
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Presente inesperado
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Presente inesperdado
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Uma visita de um ser extremamente pequeno...
mas muito bem vindo. Explorou todo o painel do meu carro, nunca torci tanto para o farol fechar rss.
Boa semana ;)
Bjs,
Boa semana ;)
Bjs,
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domingo, 19 de setembro de 2010
Entre uma reunião e outra, cruzei essa rua...
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no caminho da Getty Images,
Placa Rua Paz
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Cenas do nosso cotidiano
No caminho para a padaria vi um morador de rua no chão, ele estava dormindo, mas mesmo assim muitas palavras ecoavam próximo dele, percebi a composição do espaço que ele ocupava e senti que mesmo em silêncio ele falava mais alto, vejam:
Lembrei dessa música Andar com fé - Gilberto Gil,
http://www.youtube.com/watch?v=7Z7mbciqIIE&feature=related
...A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Ô-ô
Na luz, na escuridão
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
Lembrei dessa música Andar com fé - Gilberto Gil,
http://www.youtube.com/watch?v=7Z7mbciqIIE&feature=related
...A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Ô-ô
Na luz, na escuridão
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Benção Irlandesa
Um belo presente em plena segunda feira, via email.
F.A.P obrigada novamente ;)
"Que o caminho seja brando a teus pés,
O vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
As chuvas caiam serenas em teus campos,
E, até que de novo eu te veja,
Que Deus te guarde na palma da mão. "
Benção Irlandesa
F.A.P obrigada novamente ;)
"Que o caminho seja brando a teus pés,
O vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
As chuvas caiam serenas em teus campos,
E, até que de novo eu te veja,
Que Deus te guarde na palma da mão. "
Benção Irlandesa
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Benção Irlandesa
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Belo post da Sylvia Araujo
Ao longe, uma melodia suave serenava - flautas transversas e violinos em dueto, conversavam poesia sobre rosas-chá. Falavam emocionados do brilho das estrelas e do coaxar dos sapos, como quem fala de champagne e caviar - ela embevecida, ouvia.
Sylvia Araujo
No more words ;)
Sylvia Araujo
No more words ;)
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Sylvia Araujo
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Um passeio pelo bairro...
Durante uma deliciosa caminhada por um bairro maravilhoso, numa rua arborizada e com muitos passarinhos presentes no cenário, eis que uma placa biblioteca me chama atenção, entrei e por lá fiquei durante quase uma hora do meu almoço, como é bom se alimentar desses pequenos momentos atropelados diariamente pela correria do cotidiano.
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Biblioteca,
pequenos prazeres
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Gente muda, busca ver...
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busca ver...,
Gente muda,
Grafite
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Meu novo amigo João...
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Meu novo amigo João de Barro
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Mário Quintana
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
terça-feira, 20 de julho de 2010
Feliz dia dos amigos
Amigo É Casa
http://www.youtube.com/watch?v=2y26ytzo4k4
Amigo é feito casa que se faz aos poucos
e com paciência pra durar pra sempre
Mas é preciso ter muito tijolo e terra
preparar reboco, construir tramelas
Usar a sapiência de um João-de-barro
que constrói com arte a sua residência
há que o alicerce seja muito resistente
que às chuvas e aos ventos possa então a proteger
E há que fincar muito jequitibá
e vigas de jatobá
e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de
resedás
não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar
que os cabelos brancos vão surgindo
Que nem mato na roceira
que mal dá pra capinar
e há que ver os pés de manacá
cheínhos de sabiás
sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis
choro de imaginar!
pra festa da cumieira não faltem os violões!
muito milho ardendo na fogueira
e quentão farto em gengibre
aquecendo os corações
A casa é amizade construída aos poucos
e que a gente quer com beira e tribeira
Com gelosia feita de matéria rara
e altas platibandas, com portão bem largo
que é pra se entrar sorrindo
nas horas incertas
sem fazer alarde, sem causar transtorno
Amigo que é amigo quando quer estar presente
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer
Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha
e oferece lugar pra dormir e comer
Amigo que é amigo não puxa tapete
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem
quando não tem, finge que tem,
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.
Amigo é Casa - Interpretes Zé Renato e Zélia Duncan
(Capiba / Hermínio Bello de Carvalho)
http://www.youtube.com/watch?v=2y26ytzo4k4
Amigo é feito casa que se faz aos poucos
e com paciência pra durar pra sempre
Mas é preciso ter muito tijolo e terra
preparar reboco, construir tramelas
Usar a sapiência de um João-de-barro
que constrói com arte a sua residência
há que o alicerce seja muito resistente
que às chuvas e aos ventos possa então a proteger
E há que fincar muito jequitibá
e vigas de jatobá
e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de
resedás
não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar
que os cabelos brancos vão surgindo
Que nem mato na roceira
que mal dá pra capinar
e há que ver os pés de manacá
cheínhos de sabiás
sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis
choro de imaginar!
pra festa da cumieira não faltem os violões!
muito milho ardendo na fogueira
e quentão farto em gengibre
aquecendo os corações
A casa é amizade construída aos poucos
e que a gente quer com beira e tribeira
Com gelosia feita de matéria rara
e altas platibandas, com portão bem largo
que é pra se entrar sorrindo
nas horas incertas
sem fazer alarde, sem causar transtorno
Amigo que é amigo quando quer estar presente
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer
Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha
e oferece lugar pra dormir e comer
Amigo que é amigo não puxa tapete
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem
quando não tem, finge que tem,
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.
Amigo é Casa - Interpretes Zé Renato e Zélia Duncan
(Capiba / Hermínio Bello de Carvalho)
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Amigo é casa - Compositores: Capiba e Hermínio Bello de Carvalho,
Intérpretes: Zé Renato e Zélia Duncan
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Início de semana com boas vibrações...
Depois de começar a semana bem com alguns telefonemas e da novidade abaixo tô muito feliz, vejam que legal 3 fotos minhas foram selecionadas para Galeria Aberta Nuvem Feliz do site http://www.aflorista.com.br/category/galeria-aberta
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domingo, 18 de julho de 2010
Um show ao ar livre
Malabares na esquina, no final da Cardeal antes da Henrique Schaumann um show ao ar livre. O malabarista era bem simpático, mais um gringo se virando nos 30" em Sampa.
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Malabares na esquina
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Clicks diversos
Hoje passei a tarde separando algumas fotos e prá variar ouvindo músicas maravilhosas. Encontrei umas fotos bem legais, postei algumas no facebook e postarei algumas aqui também, espero que curtam ;)
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Clicks diversos,
fotos 2010
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Onde o pombo pousou ?
Na segunda vez que percebi tal cena, não pude deixar de registrar, foi na esquina da Augusta com a Caio Prado, tentem encontrar onde o pombo pousou.
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O pombo
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sábado, 17 de julho de 2010
Clarice Lispector by Sesc Consolação - post 02
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Clarice Lispector by Sesc Consolação
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Hodômetro zerado, bora lá !
Labels:
Hodômetro zerado
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Bela sacada
Aprendi a deixar de ser arrogante com a vida. Vesti a minha impotência. Lidar com a perda é a construção de uma nova vida.
Cristiane Bueno, mãe de Caio e Rafaela, duas vítimas do acidente do Airbus da Tam. Entrevista Folha de SP hoje, após 3 anos do acidente/Caderno Cotidiano
Cristiane Bueno, mãe de Caio e Rafaela, duas vítimas do acidente do Airbus da Tam. Entrevista Folha de SP hoje, após 3 anos do acidente/Caderno Cotidiano
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
terça-feira, 13 de julho de 2010
Rubem Alves
Perguntas de crianças
Cabeça de criança não é gaveta onde se guardam informações. É canteiro onde nascem perguntas. E nunca se sabe quais foram as sementes que um anjo misterioso plantou ali. Mas se sabe pelos brotos que são perguntas nascidas de olhos espantados, que foram pegos de surpresa, sem saber.
Alberto Caeiro disse bem: "Sei ter o pasmo essencial que tem uma criança se, ao nascer, reparasse que nascera deveras. Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo."
Pois a pergunta que a Andréia, afilhada minha de oito anos, me fez nunca ninguém havia feito. Sei disso porque nunca me foi dada a resposta.
"-Na história da Cinderela, quando tocassem as 12 badaladas, não era para quebrar o feitiço e tudo voltar a ser o que era antes?"
Concordei e confirmei.
-"Isso. O vestido de baile virou vestido de cozinheira e a carruagem dourada virou abóbora madura."
"-Então", disse ela preparando o xeque-mate, "por que é que o sapatinho de cristal continuou a ser sapatinho de cristal, encantado, e não desencantou virando tamanco?"
Fiquei mudo.
Ela percebeu um erro na história: o sapatinho não desencantou. E o que foi que fez com que ela percebesse o erro? Seus olhos. Os meus olhos, que foram enganados, só repetiram a velha história já sabida. Viram aquilo que a memória me contava.
É isso que a memória faz: repetir o já sabido. Mas ela, se fosse recontar a história, teria de inventar outra que explicasse o sapatinho de cristal ou que o eliminasse.
O canteiro da memória é lugar onde só nascem pontos de exclamação. O canteiro da invenção é o lugar onde nascem os de interrogação. Como disse E. E. Cummings: "Sempre uma resposta bonita que pergunta uma pergunta mais bonita ainda."
Recebi da professora Edith Chacon Theodoro uma carta digna de uma educadora e, anexada a ela, uma lista de perguntas que seus alunos haviam feito, espontaneamente.
Impressionou-me, em primeiro lugar, o fato de ela ter dado tanta atenção às perguntas dos seus alunos. Note que elas foram feitas "espontaneamente", eram pontos de interrogação diferentes naqueles canteiros, totalmente diversas das respostas que estavam "presas" nas "grades curriculares". Talvez por elas não serem canteiros férteis para as interrogações que nascem nos alunos... Quem sabe cemitérios.
"Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem inventou o português? Como os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta?"
Continuam: "Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que adoro instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?"
Essas perguntas parecem tão ingênuas que nos fazem rir. Mas elas são revelações das funduras das almas e das inteligências das crianças e dos adolescentes. Revelam não só a sua curiosidade sobre o universo como também sua dimensão ética, a preocupação com a justiça, com a beleza, com o mundo dos valores religiosos, com a mitologia...
Da próxima vez vamos brincar com essas suas perguntas.
Cabeça de criança não é gaveta onde se guardam informações. É canteiro onde nascem perguntas. E nunca se sabe quais foram as sementes que um anjo misterioso plantou ali. Mas se sabe pelos brotos que são perguntas nascidas de olhos espantados, que foram pegos de surpresa, sem saber.
Alberto Caeiro disse bem: "Sei ter o pasmo essencial que tem uma criança se, ao nascer, reparasse que nascera deveras. Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo."
Pois a pergunta que a Andréia, afilhada minha de oito anos, me fez nunca ninguém havia feito. Sei disso porque nunca me foi dada a resposta.
"-Na história da Cinderela, quando tocassem as 12 badaladas, não era para quebrar o feitiço e tudo voltar a ser o que era antes?"
Concordei e confirmei.
-"Isso. O vestido de baile virou vestido de cozinheira e a carruagem dourada virou abóbora madura."
"-Então", disse ela preparando o xeque-mate, "por que é que o sapatinho de cristal continuou a ser sapatinho de cristal, encantado, e não desencantou virando tamanco?"
Fiquei mudo.
Ela percebeu um erro na história: o sapatinho não desencantou. E o que foi que fez com que ela percebesse o erro? Seus olhos. Os meus olhos, que foram enganados, só repetiram a velha história já sabida. Viram aquilo que a memória me contava.
É isso que a memória faz: repetir o já sabido. Mas ela, se fosse recontar a história, teria de inventar outra que explicasse o sapatinho de cristal ou que o eliminasse.
O canteiro da memória é lugar onde só nascem pontos de exclamação. O canteiro da invenção é o lugar onde nascem os de interrogação. Como disse E. E. Cummings: "Sempre uma resposta bonita que pergunta uma pergunta mais bonita ainda."
Recebi da professora Edith Chacon Theodoro uma carta digna de uma educadora e, anexada a ela, uma lista de perguntas que seus alunos haviam feito, espontaneamente.
Impressionou-me, em primeiro lugar, o fato de ela ter dado tanta atenção às perguntas dos seus alunos. Note que elas foram feitas "espontaneamente", eram pontos de interrogação diferentes naqueles canteiros, totalmente diversas das respostas que estavam "presas" nas "grades curriculares". Talvez por elas não serem canteiros férteis para as interrogações que nascem nos alunos... Quem sabe cemitérios.
"Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem inventou o português? Como os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta?"
Continuam: "Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que adoro instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?"
Essas perguntas parecem tão ingênuas que nos fazem rir. Mas elas são revelações das funduras das almas e das inteligências das crianças e dos adolescentes. Revelam não só a sua curiosidade sobre o universo como também sua dimensão ética, a preocupação com a justiça, com a beleza, com o mundo dos valores religiosos, com a mitologia...
Da próxima vez vamos brincar com essas suas perguntas.
Labels:
Rubem Alves
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Hoje ganhei o dia, vejam essas duas fotos ;)
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
domingo, 11 de julho de 2010
Nô Stopa/Novo Prático Coração
Levanta sem estardalhaço. Segura a intensidade do passo. Inventa o atalho. Bate novo em seus tons menores. Passeia em seus descompassos palpitando dez receitas prático-poéticas para travessias longas, turbulentas e essenciais. Cd Novo Prático Coração - Nô Stopa
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
August Rush/O som do coração
Um dos filmes mais marcantes da minha vida. Amo essa trilha sonora, ouçam com carinho
http://www.youtube.com/watch?v=gQTsW6TGAUE
August Rush - August's Rhapsody ( SoundTrack )
http://www.youtube.com/watch?v=gQTsW6TGAUE
August Rush - August's Rhapsody ( SoundTrack )
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August Rush,
O som do coração
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sábado, 10 de julho de 2010
Olhar humano
Roland Barthes estabelece uma correlação entre dois processos óticos de reprodução da imagem, a câmara clara, em que a imagem é copiada pela mão do homem, e a câmara escura em que ela é reproduzida mecanicamente sem a interferência humana. E o faz para mostrar que sem a intervenção pessoal, subjetiva, do observador, que pode ver nela muito mais que o registro realista, ou a mensagem codificada, a fotografia ficaria limitada ao registro documental. A câmara clara é o último livro de Roland Barthes, publicado poucos dias antes de sua morte em 1980.
Livro "A Câmara Clara"
Roland Barthes
Editora Nova Fronteira
Livro "A Câmara Clara"
Roland Barthes
Editora Nova Fronteira
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A câmara clara,
Roland Barthes
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Bela frase que ouvimos num Espetáculo Infantil "Espoleta"
O grande truque dessa vida é não atrapalhar a alegria de ninguém. ( Off da atriz Claudia Missura/Personagem Espoleta no espetáculo Espoleta )
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Espoleta,
Grande truque da vida
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Confúcio
Diga-me e eu esquecerei
Mostre-me e eu lembrarei
Envolva-me e eu entenderei
Confúcio
Mostre-me e eu lembrarei
Envolva-me e eu entenderei
Confúcio
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Confúcio
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Mudanças e muita correria...
acaba não sobrando tempo para escrever, que saudades, mas de vem em quando estou esboçando textos no meu inseparável caderninho e postarei em breve ;)
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Falta de tempo
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
domingo, 4 de julho de 2010
Andar com fé
Essa música é maravilhosa !
Andar com Fé/Gilberto Gil
http://www.youtube.com/watch?v=7Z7mbciqIIE&feature=related
...A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Ô-ô
Na luz, na escuridão
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
Andar com Fé/Gilberto Gil
http://www.youtube.com/watch?v=7Z7mbciqIIE&feature=related
...A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Ô-ô
Na luz, na escuridão
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
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Andar com fé - Gilberto Gil
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A melhor frase do dia, via facebook
Espalhe o Amor
Patrícia Tavares mandou: "O amor é a melhor música na partitura da vida!! Sem ele você será um eterno desafinado no imenso coral da humanidade." Muito bonito!! [Rodrigo]
Patrícia Tavares mandou: "O amor é a melhor música na partitura da vida!! Sem ele você será um eterno desafinado no imenso coral da humanidade." Muito bonito!! [Rodrigo]
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
terça-feira, 22 de junho de 2010
O que mais vale a pena é estar vivo
Lenine e Carlos Rennó
Vivo
http://www.youtube.com/watch?v=g9BZWXrn77w&feature=PlayList&p=91F6E7940A82DBD6&playnext_from=PL&playnext=1&index=7
Precário, provisorio, perecível
Falível, transitório, transitivo
Efêmero, fugaz e passageiro:
Eis aqui um vivo
Eis aqui um vivo
Impuro, imperfeito, impermanente
Incerto, incompleto, inconstante
Instavel, variável, defectivo
Eis aqui um vivo
Eis aqui
E apesar
Do tráfico, do tráfego equívoco,
Do tóxico do trânsito nocivo;
Da droga do indigesto digestivo;
Do cancer vir do cerne do ser vivo;
Da mente, o mal do ente coletivo;
Do sangue, o mal do soropositivo;
E apesar dessas e outras,
O vivo afirma, firme e afirmativo:
Não feito, não perfeito, não completo,
Não satisfeito nunca, não contente,
Não acabado, não definitivo:
Eis aqui um vivo
Eis me aqui
Vivo
http://www.youtube.com/watch?v=g9BZWXrn77w&feature=PlayList&p=91F6E7940A82DBD6&playnext_from=PL&playnext=1&index=7
Precário, provisorio, perecível
Falível, transitório, transitivo
Efêmero, fugaz e passageiro:
Eis aqui um vivo
Eis aqui um vivo
Impuro, imperfeito, impermanente
Incerto, incompleto, inconstante
Instavel, variável, defectivo
Eis aqui um vivo
Eis aqui
E apesar
Do tráfico, do tráfego equívoco,
Do tóxico do trânsito nocivo;
Da droga do indigesto digestivo;
Do cancer vir do cerne do ser vivo;
Da mente, o mal do ente coletivo;
Do sangue, o mal do soropositivo;
E apesar dessas e outras,
O vivo afirma, firme e afirmativo:
Não feito, não perfeito, não completo,
Não satisfeito nunca, não contente,
Não acabado, não definitivo:
Eis aqui um vivo
Eis me aqui
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Se um cachorro fosse o seu professor...
Você aprenderia coisas assim:
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e
deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta
culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja Leal, Fiel e Verdadeiro .
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo....
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por
perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE, DIZEM SER IRRACIONAL !
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
domingo, 20 de junho de 2010
Ajude quem mais precisa sonhar. FEED A CHILD, FEED A DREAM.
From Jana Kam, diretamente de Cannes
Trabalhos do amigo dela que estao concorrendo no Festival de Cannes
http://www.feedachildfeedadream.net/
FEED A CHILD, FEED A DREAM
www.feedachildfeedadream.net
Ajude quem mais precisa sonhar. FEED A CHILD, FEED A DREAM.
Trabalhos do amigo dela que estao concorrendo no Festival de Cannes
http://www.feedachildfeedadream.net/
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Ajude quem mais precisa sonhar. FEED A CHILD, FEED A DREAM.
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sábado, 19 de junho de 2010
José Saramago
Dificílimo acto é o de escrever, responsabilidade das maiores.(…) Basta pensar no extenuante trabalho que será dispor por ordem temporal os acontecimentos, primeiro este, depois aquele, ou, se tal mais convém às necessidades do efeito, o sucesso de hoje posto antes do episódio de ontem, e outras não menos arriscadas acrobacias(…)
— Saramago, A Jangada de Pedra, 1986
José Saramago nasceu na vila de Azinhaga, no concelho da Golegã, de uma família de pais e avós pobres. A vida simples, passada em grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924 – era um menino de apenas dois anos de idade – impede-o de entrar na universidade, apesar do gosto que demonstra desde cedo pelos estudos. Para garantir o seu sustento, formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico. Entretanto, fascinado pelos livros, à noite visitava com grande frequência a Biblioteca Municipal Central — Palácio Galveias na capital portuguesa.
José Saramago no Festival Internacional de Filmes de San Sebastián segurando a tradução em língua persa do seu livro Ensaio sobre a cegueira.Autodidacta, aos 25 anos publica o primeiro romance Terra do Pecado (1947), mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis – com quem se casou em 1944 e permaneceu até 1970 - nessa época, Saramago era funcionário público; em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986, ao lado da qual continuou a viver até à sua morte. Em 1955, começou a fazer traduções para aumentar os rendimentos – Hegel, Tolstói e Baudelaire, entre outros autores aos quais se dedicou.
Depois de Terra do Pecado, Saramago apresentou ao seu editor o livro Clarabóia, que depois de rejeitado, permanece inédito até a data de hoje, sendo que depois disso, o mesmo persiste nos esforços literários e dezenove anos depois – então funcionário da Editorial Estudos Cor - troca a prosa pela poesia lançando Os Poemas Possíveis. Num espaço de cinco anos, depois, publica sem alarde mais dois livros de poesia, Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975). É quando troca também de emprego, abandonando a Estudos Cor para trabalhar no Diário de Notícias, depois no Diário de Lisboa. Em 1975, retorna ao Diário de Notícias como director-adjunto, onde permanece por dez meses, até 25 de Novembro do mesmo ano, quando os militares portugueses intervêm na publicação (reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos) demitindo vários funcionários. Demitido, Saramago resolve dedicar-se apenas à literatura, substituindo de vez o jornalista pelo ficcionista: "(…) Estava à espera de que as pedras do puzzle do destino – supondo-se que haja destino, não creio que haja – se organizassem. É preciso que cada um de nós ponha a sua própria pedra, e a que eu pus foi esta: "Não vou procurar trabalho", disse Saramago em entrevista à revista Playboy, em 1988.[2]
Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: Deste Mundo e do Outro, 1971, A Bagagem do Viajante, 1973, As Opiniões que o DL Teve, 1974 e Os Apontamentos, 1976. Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque - missão reservada a seus romances, género a que retorna em 1977.
Três décadas depois de publicado Terra do Pecado, Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com Manual de Pintura e Caligrafia. Mas, ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo. As marcas características do estilo saramaguiano só apareceriam com Levantado do Chão (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.
Dois anos depois de Levantado do Chão (1982) surge o trabalho Memorial do Convento, livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar, por exemplo.
De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a fatos da realidade material, problematizando a interpretação da "história" oficial: O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) - sobre as andanças do heterónimo de Fernando Pessoa por Lisboa; A Jangada de Pedra (1986) - quando a Península Ibérica solta-se do resto da Europa e navega pelo Atlântico; História do Cerco de Lisboa (1989) - onde um revisor é tentado a introduzir um "não" no texto histórico que corrige, mudando-lhe o sentido; e O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) - onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo humanizado (sendo esta a sua obra mais controvertida).
Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase em que os enredos não se desenrolam mais em locais ou épocas determinados e personagens dos anais da história se ausentam: Ensaio Sobre a Cegueira (1995); Todos os Nomes (1997); A Caverna (2001); O Homem Duplicado (2002); Ensaio Sobre a Lucidez (2004); e As Intermitências da Morte (2005). Nessa fase, Saramago penetrou de maneira mais investigadora os caminhos da sociedade contemporânea.
O mesmo faleceu no dia 18 de Junho de 2010[3], aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica[4]. O escritor estava doente há algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida
Saramago foi conhecido por utilizar frases e períodos compridos, usando a pontuação de uma maneira não convencional. Os diálogos das personagens são inseridos nos próprios parágrafos que os antecedem, de forma que não existem travessões nos seus livros: este tipo de marcação das falas propicia uma forte sensação de fluxo de consciência, a ponto do leitor chegar a confundir-se se um certo diálogo foi real ou apenas um pensamento. Muitas das suas frases (i.e. orações) ocupam mais de uma página, usando vírgulas onde a maioria dos escritores usaria pontos finais. Da mesma forma, muitos dos seus parágrafos ocupariam capítulos inteiros de outros autores. Apesar disso o seu estilo não torna a leitura mais difícil, se os seus leitores se habituarem facilmente ao seu ritmo próprio.
Estas características tornam o estilo de Saramago único na literatura contemporânea, sendo considerado por muitos críticos um mestre no tratamento da língua portuguesa. Em 2003, o crítico norte-americano Harold Bloom, no seu livro Genius: A Mosaic of One Hundred Exemplary Creative Minds ("Génio: Um Mosaico de Cem Exemplares Mentes Criativas"), considerou José Saramago "o mais talentoso romancista vivo nos dias de hoje" (tradução livre de the most gifted novelist alive in the world today), referindo-se a ele como "o Mestre". Declarou ainda que Saramago é "um dos últimos titãs de um género literário que se está a desvanecer".
Página oficial: http://www.josesaramago.org/
Nascimento 16 de Novembro de 1922
Azinhaga, Golegã, Distrito de Santarém, Portugal
Morte 18 de Junho de 2010 (87 anos)
Tías, Província de Las Palmas, Canárias, Espanha
Nacionalidade Português
Ocupação Escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista, poeta
Principais trabalhos Memorial do Convento; O Evangelho segundo Jesus Cristo; Ensaio sobre a Cegueira, etc.
Prêmios Nobel de Literatura (1998)
Prémio Camões (1995)
Página oficial: http://www.josesaramago.org/
José de Sousa Saramago (Azinhaga, Golegã, 16 de Novembro de 1922 — Tías (Lanzarote), 18 de Junho de 2010) foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português.
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efectivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.[1]
O seu livro Ensaio Sobre a Cegueira foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro Objecto Quase, conto esse que viria dar nome ao filme Embargo, uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
— Saramago, A Jangada de Pedra, 1986
José Saramago nasceu na vila de Azinhaga, no concelho da Golegã, de uma família de pais e avós pobres. A vida simples, passada em grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924 – era um menino de apenas dois anos de idade – impede-o de entrar na universidade, apesar do gosto que demonstra desde cedo pelos estudos. Para garantir o seu sustento, formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico. Entretanto, fascinado pelos livros, à noite visitava com grande frequência a Biblioteca Municipal Central — Palácio Galveias na capital portuguesa.
José Saramago no Festival Internacional de Filmes de San Sebastián segurando a tradução em língua persa do seu livro Ensaio sobre a cegueira.Autodidacta, aos 25 anos publica o primeiro romance Terra do Pecado (1947), mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis – com quem se casou em 1944 e permaneceu até 1970 - nessa época, Saramago era funcionário público; em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986, ao lado da qual continuou a viver até à sua morte. Em 1955, começou a fazer traduções para aumentar os rendimentos – Hegel, Tolstói e Baudelaire, entre outros autores aos quais se dedicou.
Depois de Terra do Pecado, Saramago apresentou ao seu editor o livro Clarabóia, que depois de rejeitado, permanece inédito até a data de hoje, sendo que depois disso, o mesmo persiste nos esforços literários e dezenove anos depois – então funcionário da Editorial Estudos Cor - troca a prosa pela poesia lançando Os Poemas Possíveis. Num espaço de cinco anos, depois, publica sem alarde mais dois livros de poesia, Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975). É quando troca também de emprego, abandonando a Estudos Cor para trabalhar no Diário de Notícias, depois no Diário de Lisboa. Em 1975, retorna ao Diário de Notícias como director-adjunto, onde permanece por dez meses, até 25 de Novembro do mesmo ano, quando os militares portugueses intervêm na publicação (reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos) demitindo vários funcionários. Demitido, Saramago resolve dedicar-se apenas à literatura, substituindo de vez o jornalista pelo ficcionista: "(…) Estava à espera de que as pedras do puzzle do destino – supondo-se que haja destino, não creio que haja – se organizassem. É preciso que cada um de nós ponha a sua própria pedra, e a que eu pus foi esta: "Não vou procurar trabalho", disse Saramago em entrevista à revista Playboy, em 1988.[2]
Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: Deste Mundo e do Outro, 1971, A Bagagem do Viajante, 1973, As Opiniões que o DL Teve, 1974 e Os Apontamentos, 1976. Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque - missão reservada a seus romances, género a que retorna em 1977.
Três décadas depois de publicado Terra do Pecado, Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com Manual de Pintura e Caligrafia. Mas, ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo. As marcas características do estilo saramaguiano só apareceriam com Levantado do Chão (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.
Dois anos depois de Levantado do Chão (1982) surge o trabalho Memorial do Convento, livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar, por exemplo.
De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a fatos da realidade material, problematizando a interpretação da "história" oficial: O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) - sobre as andanças do heterónimo de Fernando Pessoa por Lisboa; A Jangada de Pedra (1986) - quando a Península Ibérica solta-se do resto da Europa e navega pelo Atlântico; História do Cerco de Lisboa (1989) - onde um revisor é tentado a introduzir um "não" no texto histórico que corrige, mudando-lhe o sentido; e O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) - onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo humanizado (sendo esta a sua obra mais controvertida).
Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase em que os enredos não se desenrolam mais em locais ou épocas determinados e personagens dos anais da história se ausentam: Ensaio Sobre a Cegueira (1995); Todos os Nomes (1997); A Caverna (2001); O Homem Duplicado (2002); Ensaio Sobre a Lucidez (2004); e As Intermitências da Morte (2005). Nessa fase, Saramago penetrou de maneira mais investigadora os caminhos da sociedade contemporânea.
O mesmo faleceu no dia 18 de Junho de 2010[3], aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica[4]. O escritor estava doente há algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida
Saramago foi conhecido por utilizar frases e períodos compridos, usando a pontuação de uma maneira não convencional. Os diálogos das personagens são inseridos nos próprios parágrafos que os antecedem, de forma que não existem travessões nos seus livros: este tipo de marcação das falas propicia uma forte sensação de fluxo de consciência, a ponto do leitor chegar a confundir-se se um certo diálogo foi real ou apenas um pensamento. Muitas das suas frases (i.e. orações) ocupam mais de uma página, usando vírgulas onde a maioria dos escritores usaria pontos finais. Da mesma forma, muitos dos seus parágrafos ocupariam capítulos inteiros de outros autores. Apesar disso o seu estilo não torna a leitura mais difícil, se os seus leitores se habituarem facilmente ao seu ritmo próprio.
Estas características tornam o estilo de Saramago único na literatura contemporânea, sendo considerado por muitos críticos um mestre no tratamento da língua portuguesa. Em 2003, o crítico norte-americano Harold Bloom, no seu livro Genius: A Mosaic of One Hundred Exemplary Creative Minds ("Génio: Um Mosaico de Cem Exemplares Mentes Criativas"), considerou José Saramago "o mais talentoso romancista vivo nos dias de hoje" (tradução livre de the most gifted novelist alive in the world today), referindo-se a ele como "o Mestre". Declarou ainda que Saramago é "um dos últimos titãs de um género literário que se está a desvanecer".
Página oficial: http://www.josesaramago.org/
Nascimento 16 de Novembro de 1922
Azinhaga, Golegã, Distrito de Santarém, Portugal
Morte 18 de Junho de 2010 (87 anos)
Tías, Província de Las Palmas, Canárias, Espanha
Nacionalidade Português
Ocupação Escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista, poeta
Principais trabalhos Memorial do Convento; O Evangelho segundo Jesus Cristo; Ensaio sobre a Cegueira, etc.
Prêmios Nobel de Literatura (1998)
Prémio Camões (1995)
Página oficial: http://www.josesaramago.org/
José de Sousa Saramago (Azinhaga, Golegã, 16 de Novembro de 1922 — Tías (Lanzarote), 18 de Junho de 2010) foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português.
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efectivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.[1]
O seu livro Ensaio Sobre a Cegueira foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro Objecto Quase, conto esse que viria dar nome ao filme Embargo, uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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José Saramago
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
A maior flor do mundo ( José Saramago )
E se os contos infantis fossem leitura obrigatórias para os adultos ? José Saramago,confiram esse http://www.youtube.com/watch?v=YUJ7cDSuS1U
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Conto Infantil,
José Saramago
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Contato Imediato/Arnaldo Antunes
Peço por favor
Se alguém de longe me escutar
Que venha aqui pra me buscar
Me leve para passear
No seu disco voador
Como um enorme carrossel
Atravessando o azul do céu
Até pousar no meu quintal
Se o pensamento duvidar
Todos os meus poros vão dizer
Estou pronto para embarcar
Sem me preocupar e sem temer
Vem me levar
Para um lugar
Longe daqui
Livre para navegar
No espaço sideral
Porque sei que sou
Semelhante de você
Diferente de você
Passageiro de você
À espera de você
No seu balão de são joão
Que caia bem na minha mão
Ou numa pipa de papel
Me leve para além do céu
Se o coração disparar
Quando eu levantar os pés do chão
A imensidão vai me abraçar
E acalmar a minha pulsação
Longe de mim
Solto no ar
Dentro do amor
Livre para navegar
Indo para onde for
O seu disco voador
http://www.youtube.com/watch?v=QR8Z7yVy8uA
Se alguém de longe me escutar
Que venha aqui pra me buscar
Me leve para passear
No seu disco voador
Como um enorme carrossel
Atravessando o azul do céu
Até pousar no meu quintal
Se o pensamento duvidar
Todos os meus poros vão dizer
Estou pronto para embarcar
Sem me preocupar e sem temer
Vem me levar
Para um lugar
Longe daqui
Livre para navegar
No espaço sideral
Porque sei que sou
Semelhante de você
Diferente de você
Passageiro de você
À espera de você
No seu balão de são joão
Que caia bem na minha mão
Ou numa pipa de papel
Me leve para além do céu
Se o coração disparar
Quando eu levantar os pés do chão
A imensidão vai me abraçar
E acalmar a minha pulsação
Longe de mim
Solto no ar
Dentro do amor
Livre para navegar
Indo para onde for
O seu disco voador
http://www.youtube.com/watch?v=QR8Z7yVy8uA
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Arnaldo Antunes,
Contato Imediato
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração
George Carlin sobre envelhecer!
SE VOCÊ NÃO LER ISTO ATÉ O FINAL, TERÁ PERDIDO UM DIA EM SUA VIDA. E QUANDO TIVER TERMINADO, FAÇA COMO EU E MANDE ADIANTE.
Pontos de vista de George Carlin sobre envelhecer
Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se Você tem menos de 10 anos, Você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações.
Quantos anos Você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!
Quando Você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?
'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vou fazer 16 !
E aí chega o maior dia da sua vida! Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!
Mas então Você 'se torna' 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz Você soar como leite estragado! Êle 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora. Não tem mais graça agora, Você é apenas um bolo azedo. O que está errado? O que mudou?
Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, aí Você está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, Você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.
Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia!
Assim, Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.
Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª.. feira!'
Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; Você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; Você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, V.. começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.'
Aí acontece uma coisa estranha. Se Você passa dos 100, Você se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio
Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!
COMO PERMANECER JOVEM
Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles. É para isso que Você os paga.
Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas, os que só reclamam da vida só deprimem.
Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo. Trabalhe, estude! E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.
Aprecie as coisas simples.
Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.
Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante. As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.
Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for. Seu lar é seu refúgio.
Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que Você possa fazer, peça ajuda.
Não 'viaje' às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde Você tiver enterrado as suas culpas.
Diga às pessoas a quem Você ama que Você as ama, a cada oportunidade.
E LEMBRE-SE SEMPRE:
A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.
Se você não mandar isso para pelo menos 8 pessoas- quem se importa? Mas compartilhe isto com alguém. Todos nós temos que viver a vida ao máximo a cada dia!
cid:part2.02000609.08070307@coester.com.br
A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado, mas sim para se escorregar para dentro meio de lado, totalmente gasto, berrando: "PUTA MERDA, QUE VIAGEM!"
....minhas palavras agora..
Beijos e aprendam a VIVER de VERDADE...
( T.A, um ser humano muito especial )
SE VOCÊ NÃO LER ISTO ATÉ O FINAL, TERÁ PERDIDO UM DIA EM SUA VIDA. E QUANDO TIVER TERMINADO, FAÇA COMO EU E MANDE ADIANTE.
Pontos de vista de George Carlin sobre envelhecer
Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se Você tem menos de 10 anos, Você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações.
Quantos anos Você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!
Quando Você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?
'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vou fazer 16 !
E aí chega o maior dia da sua vida! Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!
Mas então Você 'se torna' 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz Você soar como leite estragado! Êle 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora. Não tem mais graça agora, Você é apenas um bolo azedo. O que está errado? O que mudou?
Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, aí Você está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, Você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.
Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia!
Assim, Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.
Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª.. feira!'
Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; Você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; Você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, V.. começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.'
Aí acontece uma coisa estranha. Se Você passa dos 100, Você se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio
Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!
COMO PERMANECER JOVEM
Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles. É para isso que Você os paga.
Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas, os que só reclamam da vida só deprimem.
Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo. Trabalhe, estude! E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.
Aprecie as coisas simples.
Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.
Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante. As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.
Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for. Seu lar é seu refúgio.
Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que Você possa fazer, peça ajuda.
Não 'viaje' às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde Você tiver enterrado as suas culpas.
Diga às pessoas a quem Você ama que Você as ama, a cada oportunidade.
E LEMBRE-SE SEMPRE:
A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.
Se você não mandar isso para pelo menos 8 pessoas- quem se importa? Mas compartilhe isto com alguém. Todos nós temos que viver a vida ao máximo a cada dia!
cid:part2.02000609.08070307@coester.com.br
A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado, mas sim para se escorregar para dentro meio de lado, totalmente gasto, berrando: "PUTA MERDA, QUE VIAGEM!"
....minhas palavras agora..
Beijos e aprendam a VIVER de VERDADE...
( T.A, um ser humano muito especial )
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A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos,
George Carlin sobre envelhecer,
mas pelos momentos que nos tiram a respiração.
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Carlinhos Brown diz que sua alma vive sem fronteiras
Artista brasileiro fez show na noite desta segunda-feira (24) em festival no Marrocos
http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/carlinhos-brown-diz-que-sua-alma-vive-sem-fronteiras-20100525.html
Fonte @naturamusical O @carlinhosbrown falou, em Marrocos, sobre respeito, liberdade e muito mais. http://bit.ly/cel5Qp
http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/carlinhos-brown-diz-que-sua-alma-vive-sem-fronteiras-20100525.html
Fonte @naturamusical O @carlinhosbrown falou, em Marrocos, sobre respeito, liberdade e muito mais. http://bit.ly/cel5Qp
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Me identifiquei com essa matéria, também adoro inventar...
Lembrei daquela campanha publicitária de Neston, existem mil maneiras de preparar Neston, invente uma !
Cheiro de açúcar nas ruas
Com seis anos de idade, Maria Luiza Ctenas começou a fazer invenções culinárias nas casas das tias em Goiás Velho, onde havia despensas repletas de doces feitos com as frutas do quintal. A cidade é famosa pelas doçarias, que espalham seu inconfundível aroma pelas ruas. Essas imagens imortalizaram-se em versos de Cora Coralina, poeta e doceira. "São as imagens mais fortes da minha infância."
Seduzia os pais a provar, muitas vezes a contragosto, suas invencionices adocicadas. Adulta, formou-se em nutrição e passou a ter como hobby colecionar cadernos de receitas culinárias, todas manuscritas, algumas delas do século 17.
Um dia, ela inventou, em São Paulo, um sorvete de vinagre. E, com ele, ganhou o direito de fazer invenções numa inesperada cozinha, cujo ambiente em nada lembrava o ar artesanal e provinciano das doçarias de Goiás Velho: a cozinha do McDonald's. A partir de então, começou a rodar o mundo.
Maria Luiza fez pós-graduação em nutrição na USP e tornou-se professora. Montou uma cozinha experimental, onde testava receitas para empresas. Executivos do McDonald's comentaram que enfrentavam um problema quando precisavam levar convidados a jantares ou almoços de negócios, pois tinham de optar por outros restaurantes. "Propus a eles que desconstruíssem suas famosas receitas e, com os mesmos ingredientes, oferecessem pratos sofisticados."
Para mostrar o que significa desconstruir, ela serviu a todos o tal sorvete de vinagre. A proposta foi aprovada ali mesmo. Logo passaram a pensar sobre quem seria o sommelier capaz harmonizar a comida com o vinho. "Tudo começou como uma espécie de brincadeira."
Com o nome de McGourmet, a brincadeira transformou-se em produto de exportação.
Numa mesa preparada com todo o requinte para a degustação, sentavam-se as "cobaias" do experimento de Maria Luiza. Ao lado do sommelier, que mudava o vinho a cada prato, ela servia iguarias como um seviche de McFish com sorvete regado ao molho Big Mac, rolinhos de Chicken Grill recheados de tomate e de queijo mozarela com molho de Coca-Cola ou mesmo estrogonofe de legumes com croûton de McFish -sem falar na salada, que recebeu a espuma picante da Fanta Laranja.
O creme de ervilhas com farinha de bacon e torrada de pão Cheddar McMelt veio acompanhado de um vinho De Martino 327 Sauvignon Blanc.
Mais jantares foram se repetindo em várias partes do mundo. Maria Luiza foi chamada pelo McDonald's para treinar cozinheiros da China, dos Estados Unidos, da Itália e da França nas especialidades do McGourmet, reproduzindo, assim, suas experiências. "Já inventei 246 receitas."
Ela vem sendo estimulada a abrir um restaurante, mas não se anima com a ideia. "Gosto mesmo é de inventar." Para Maria Luiza, mudou a paisagem e sumiram as cozinheiras artesanais com seus tachos de barro, mas, pelo jeito, ela continua a mesma a menina, seduzida pelo cheiro doce das ruas de Goiás Velho.
Gilberto Dimenstein
Cheiro de açúcar nas ruas
Com seis anos de idade, Maria Luiza Ctenas começou a fazer invenções culinárias nas casas das tias em Goiás Velho, onde havia despensas repletas de doces feitos com as frutas do quintal. A cidade é famosa pelas doçarias, que espalham seu inconfundível aroma pelas ruas. Essas imagens imortalizaram-se em versos de Cora Coralina, poeta e doceira. "São as imagens mais fortes da minha infância."
Seduzia os pais a provar, muitas vezes a contragosto, suas invencionices adocicadas. Adulta, formou-se em nutrição e passou a ter como hobby colecionar cadernos de receitas culinárias, todas manuscritas, algumas delas do século 17.
Um dia, ela inventou, em São Paulo, um sorvete de vinagre. E, com ele, ganhou o direito de fazer invenções numa inesperada cozinha, cujo ambiente em nada lembrava o ar artesanal e provinciano das doçarias de Goiás Velho: a cozinha do McDonald's. A partir de então, começou a rodar o mundo.
Maria Luiza fez pós-graduação em nutrição na USP e tornou-se professora. Montou uma cozinha experimental, onde testava receitas para empresas. Executivos do McDonald's comentaram que enfrentavam um problema quando precisavam levar convidados a jantares ou almoços de negócios, pois tinham de optar por outros restaurantes. "Propus a eles que desconstruíssem suas famosas receitas e, com os mesmos ingredientes, oferecessem pratos sofisticados."
Para mostrar o que significa desconstruir, ela serviu a todos o tal sorvete de vinagre. A proposta foi aprovada ali mesmo. Logo passaram a pensar sobre quem seria o sommelier capaz harmonizar a comida com o vinho. "Tudo começou como uma espécie de brincadeira."
Com o nome de McGourmet, a brincadeira transformou-se em produto de exportação.
Numa mesa preparada com todo o requinte para a degustação, sentavam-se as "cobaias" do experimento de Maria Luiza. Ao lado do sommelier, que mudava o vinho a cada prato, ela servia iguarias como um seviche de McFish com sorvete regado ao molho Big Mac, rolinhos de Chicken Grill recheados de tomate e de queijo mozarela com molho de Coca-Cola ou mesmo estrogonofe de legumes com croûton de McFish -sem falar na salada, que recebeu a espuma picante da Fanta Laranja.
O creme de ervilhas com farinha de bacon e torrada de pão Cheddar McMelt veio acompanhado de um vinho De Martino 327 Sauvignon Blanc.
Mais jantares foram se repetindo em várias partes do mundo. Maria Luiza foi chamada pelo McDonald's para treinar cozinheiros da China, dos Estados Unidos, da Itália e da França nas especialidades do McGourmet, reproduzindo, assim, suas experiências. "Já inventei 246 receitas."
Ela vem sendo estimulada a abrir um restaurante, mas não se anima com a ideia. "Gosto mesmo é de inventar." Para Maria Luiza, mudou a paisagem e sumiram as cozinheiras artesanais com seus tachos de barro, mas, pelo jeito, ela continua a mesma a menina, seduzida pelo cheiro doce das ruas de Goiás Velho.
Gilberto Dimenstein
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
domingo, 23 de maio de 2010
Homenagem do Sá e Guarabira ao Zé Rodrix
Sá, Rodrix & Guarabyra - Ouvi Contar (LP "Passado Presente Futuro")
http://www.youtube.com/watch?v=j_cizKB3_2Y
Fonte Twitter
http://www.youtube.com/watch?v=j_cizKB3_2Y
Fonte Twitter
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Via facebook do Sérvulo Augusto
Adorei esse post do Sérvulo ;)
"O passado é um alimento, que guardo em estoque, com toda segurança e reserva.Ele não me envelhece, embevece, bebo da sua sabedoria e reescrevo o que nem vivi.
Ouço sons, que foram soterrados pelo peso do novo...e eles me invadem energicos. Há espaço para novos sons, nos espaço do que foi deixado, a partir da invenção da roda. Nossa melhor descoberta" ( João Barbosa )
"O passado é um alimento, que guardo em estoque, com toda segurança e reserva.Ele não me envelhece, embevece, bebo da sua sabedoria e reescrevo o que nem vivi.
Ouço sons, que foram soterrados pelo peso do novo...e eles me invadem energicos. Há espaço para novos sons, nos espaço do que foi deixado, a partir da invenção da roda. Nossa melhor descoberta" ( João Barbosa )
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Belo filme c/ trilha maravilhosa
Labels:
Aus Goten Handen,
Lieken Urkorn
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Mais um belo texto do Gilberto Dimenstein
Minha madrugada inesquecível
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u735923.shtml
Para quem não conseguir acessar o link:
Tenho o hábito de caminhar pela cidade de São Paulo. Além do prazer de flanar (meu único prazer aeróbico), esse foi jeito que encontrei de sentir e descobrir a cidade para minhas reportagens. Flano pelos piores lugares, inclusive a Cracolândia, onde já presenciei imagens que pareciam exageradas num filme de ficção. Por isso, a madrugada de domingo entra na minha história como um dos momentos inesquecíveis.
Voltei a caminhar pela Cracolândia. Estavam lá os meninos e meninas com o crack, nenhuma novidade. Mas também estavam nas ruas centenas de milhares de pessoas despreocupadas (vi mães com carrinhos de bebês). As imagens se misturavam com os sons de uma Céu, Zélia Duncan, os dos palcos de dança e das orquestras. Sombras eram projetadas nas paredes da Estação da Luz durante a execução de uma ópera Carmina Burana, cuja apoteose traduzindo com perfeição o que eu estava sentindo.
Tinha a sensação de que as pessoas reconquistavam um território ocupado por muito tempo por uma nação estrangeira. Redescobriam novos limites.
Sei que hoje tudo volta ao normal, com as madrugadas tomadas pelo crack. Mas, para muita gente, ficaram as imagens de uma madrugada inesquecível --e a de uma cidade que pode ser muito mais do que é, desde que as pessoas possam reconquistar suas ruas.
Gilberto Dimenstein, 53 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.
A união faz a força mesmo !
Vejam resposta ao post anterior, em destaque agora o Fernando Brandão.
Fernando Brandão - www.reportersp.com.br
Prezado, aproveitei este canal de comunicação pra elogiar seu trabalho e dizer que depois de uns 15 anos lendo suas colunas vou procurar o Aprendiz ou outro local que vc esteja ligado e me oferecer pra ser seu colaborador.
O texto me tocou ao você comentar que neste fim de semana a cracolândia não era a imagem dominadora do centro. Eu, por ossos do ofício, e pela minha indignação tb, registrei já em 2008 o absurdo que tinha se tornado o consumo de crack nesta região de SP. E constatei que neste caso o governo é mais lento que um elefante e mais ineficiente nesta situação do que 6 dúzia de gente bem intencionada.
Bom, a sensação que vc sentiu foi semelhante a minha já em viradas anteriores. Acho que um caminho não era ter uma virada por fim de semana, que é impraticavel de acontecer, mas mini viradas uma vez por mês seria um alento pra ajudar o centro a ter o seu lugar de destaque e lazer para a população que vive nesta megalópole.
Parabéns pelo seu trabalho caro. Atenciosamente, Fernando - www.reportersp.com.br (um dia este site ainda será um portal sobre a cidade que eu e vc tanto prezamos).
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u735923.shtml
Para quem não conseguir acessar o link:
Tenho o hábito de caminhar pela cidade de São Paulo. Além do prazer de flanar (meu único prazer aeróbico), esse foi jeito que encontrei de sentir e descobrir a cidade para minhas reportagens. Flano pelos piores lugares, inclusive a Cracolândia, onde já presenciei imagens que pareciam exageradas num filme de ficção. Por isso, a madrugada de domingo entra na minha história como um dos momentos inesquecíveis.
Voltei a caminhar pela Cracolândia. Estavam lá os meninos e meninas com o crack, nenhuma novidade. Mas também estavam nas ruas centenas de milhares de pessoas despreocupadas (vi mães com carrinhos de bebês). As imagens se misturavam com os sons de uma Céu, Zélia Duncan, os dos palcos de dança e das orquestras. Sombras eram projetadas nas paredes da Estação da Luz durante a execução de uma ópera Carmina Burana, cuja apoteose traduzindo com perfeição o que eu estava sentindo.
Tinha a sensação de que as pessoas reconquistavam um território ocupado por muito tempo por uma nação estrangeira. Redescobriam novos limites.
Sei que hoje tudo volta ao normal, com as madrugadas tomadas pelo crack. Mas, para muita gente, ficaram as imagens de uma madrugada inesquecível --e a de uma cidade que pode ser muito mais do que é, desde que as pessoas possam reconquistar suas ruas.
Gilberto Dimenstein, 53 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.
A união faz a força mesmo !
Vejam resposta ao post anterior, em destaque agora o Fernando Brandão.
Fernando Brandão - www.reportersp.com.br
Prezado, aproveitei este canal de comunicação pra elogiar seu trabalho e dizer que depois de uns 15 anos lendo suas colunas vou procurar o Aprendiz ou outro local que vc esteja ligado e me oferecer pra ser seu colaborador.
O texto me tocou ao você comentar que neste fim de semana a cracolândia não era a imagem dominadora do centro. Eu, por ossos do ofício, e pela minha indignação tb, registrei já em 2008 o absurdo que tinha se tornado o consumo de crack nesta região de SP. E constatei que neste caso o governo é mais lento que um elefante e mais ineficiente nesta situação do que 6 dúzia de gente bem intencionada.
Bom, a sensação que vc sentiu foi semelhante a minha já em viradas anteriores. Acho que um caminho não era ter uma virada por fim de semana, que é impraticavel de acontecer, mas mini viradas uma vez por mês seria um alento pra ajudar o centro a ter o seu lugar de destaque e lazer para a população que vive nesta megalópole.
Parabéns pelo seu trabalho caro. Atenciosamente, Fernando - www.reportersp.com.br (um dia este site ainda será um portal sobre a cidade que eu e vc tanto prezamos).
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O VENTO CANTA !!
Certa vez, uma indústria de calçados aqui no Brasil, desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
“ Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos. ”
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:
“ Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ...ainda. ”
MORAL DA HISTÓRIA:
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro..
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
“ OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME; OS ALEGRES ACHAM QUE ELE CANTA. ”
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida, faz TODA diferença.
Para você, o vento está gemendo ou cantando???
Autor desconhecido//Email enviado pela Lú
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
“ Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos. ”
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:
“ Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ...ainda. ”
MORAL DA HISTÓRIA:
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro..
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
“ OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME; OS ALEGRES ACHAM QUE ELE CANTA. ”
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida, faz TODA diferença.
Para você, o vento está gemendo ou cantando???
Autor desconhecido//Email enviado pela Lú
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Os ''bunkers'' da cidade de São Paulo
Gilberto Dimenstein
Os ''bunkers'' da cidade de São Paulo
O melhor da cidade de São Paulo está num "bunker" de 520 metros quadrados e paredes de 1,90 metro de largura, construído para evitar o vazamento de radiatividade. Inaugurado neste mês, esse espaço, que fica no Hospital das Clínicas, abriga uma máquina capaz de detectar precocemente um tumor ainda em estágio molecular.
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Sírio-Libanês e o Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira. Neste, aliás, desenvolveu-se uma técnica inovadora para reduzir os efeitos da quimioterapia com o uso da acupuntura.
Sem entrar nesse tipo de "bunker", é impossível conhecer a engenhosidade de São Paulo. O que ocorreu neste fim de semana, com a Virada Cultural, quando a cidade sai às ruas e exibe seus talentos, é, na vida local, uma raríssima exceção.
No geral, São Paulo é uma cidade com muros de catracas e crachás, distante da rua.
Na quinta-feira passada, na vizinhança do espaço que abriga a máquina que detecta câncer, num pequeno auditório do subsolo do Masp (outro desses "bunkers"), discutia-se arte, urbanismo, tecnologia da informação e o futuro das cidades.
Graças aos recursos tecnológicos, que propiciaram a conexão com plateias de Manchester (no Reino Unido), de Istambul (na Turquia), de Sendai (no Japão) e de Vancouver (no Canadá), era como se todos compartilhassem o mesmo espaço.
A poucos metros dali, quase no mesmo nível de solo, a tecnologia promovia o encontro de jovens que resolveram tirar a roupa dentro do metrô.
Para entender São Paulo, é preciso observar como esses "bunkers" da modernidade convivem com a explícita barbárie, visível nas ruas. Barbárie foi a chacina de mendigos que ocorreu no bairro do Jaçanã na semana passada. Ou o fato de ocorrer, a cada 15 dias, um estupro numa escola pública (até numa creche já houve estupro).
Se a avenida Paulista é um símbolo da cidade, as crianças e os adolescentes que formam territórios do crack também o são. Criaram uma verdadeira cidade dentro da cidade, a chamada "cracolândia".
O movimento mais interessante de São Paulo é a resistência dos "bunkers" contra a barbárie. Na sexta-feira, foi lançado, durante a conferência do Ethos (entidade voltada à responsabilidade empresarial), um movimento de algumas das empresas mais importantes do país para apoiar projetos na cidade. A ideia é que trabalhem sobre metas comuns. O conceito de bairro educador vem sendo desenvolvido em favelas como Heliópolis e Paraisópolis - nesta, aliás, começa a ser montada uma orquestra sinfônica.
Se, de um lado, vemos a barbárie nos indicadores das escolas públicas paulistanas, de outro vemos crescer o número de "bunkers" de algumas das melhores cabeças da cidade pensando e tramando sobre como melhorar o ensino. Cresce o número de empresários que apoiam a gestão de escolas, bem como o de entidades que estudam e propõem soluções educacionais e articulações nacionais. Desse encontro, saiu a ideia de mobilizar o país para atingir uma educação de qualidade até 2022, quando se comemorará o bicentenário da independência.
Áreas como a praça Roosevelt e o Baixo Augusta, onde imperava apenas a marginalidade, tornaram-se "bunkers" para o lançamento de novos talentos da música e do teatro.
Neste fim de semana, podemos apreciar a efervescência da vida cultural paulistana, quando as multidões dominam as ruas, e os talentos se apresentam em palcos a céu aberto. Espremem-se, quase lado a lado, nomes que vão de Sidney Magal a Céu, passando por Pitty e pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, em meio ao desfile de fãs fantasiados como os heróis de histórias em quadrinhos e vídeos japoneses.
Neste ano, a diferença é que ocorre uma ocupação da "cracolândia", onde foram instalados palcos de dança e música erudita, de modo que Schumann e Tchaikovski se misturam com os meninos do crack.
Na semana passada, foi anunciado o consórcio que ganhou a licitação para realizar o projeto de reurbanização da região. Alguns dos arquitetos recuperaram áreas deterioradas de Manchester e San Francisco (EUA).
Está aí a síntese do problema paulistano, com seus "bunkers" de resistência: vamos ficar mais próximos da música nas ruas ou dos meninos do crack?
PS - Podem me chamar de ingênuo, mas a minha vivência cotidiana nessa resistência me permite apostar na vitória da cidade. Cada vez mais pessoas influentes entram nesses "bunkers" de civilidade, todas incomodadas por viver em meio ao caos e ao medo. Cresce a sofisticação do capital humano, além de aumentar a escolaridade - e isso não combina com a barbárie das ruas.
Os ''bunkers'' da cidade de São Paulo
O melhor da cidade de São Paulo está num "bunker" de 520 metros quadrados e paredes de 1,90 metro de largura, construído para evitar o vazamento de radiatividade. Inaugurado neste mês, esse espaço, que fica no Hospital das Clínicas, abriga uma máquina capaz de detectar precocemente um tumor ainda em estágio molecular.
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Sírio-Libanês e o Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira. Neste, aliás, desenvolveu-se uma técnica inovadora para reduzir os efeitos da quimioterapia com o uso da acupuntura.
Sem entrar nesse tipo de "bunker", é impossível conhecer a engenhosidade de São Paulo. O que ocorreu neste fim de semana, com a Virada Cultural, quando a cidade sai às ruas e exibe seus talentos, é, na vida local, uma raríssima exceção.
No geral, São Paulo é uma cidade com muros de catracas e crachás, distante da rua.
Na quinta-feira passada, na vizinhança do espaço que abriga a máquina que detecta câncer, num pequeno auditório do subsolo do Masp (outro desses "bunkers"), discutia-se arte, urbanismo, tecnologia da informação e o futuro das cidades.
Graças aos recursos tecnológicos, que propiciaram a conexão com plateias de Manchester (no Reino Unido), de Istambul (na Turquia), de Sendai (no Japão) e de Vancouver (no Canadá), era como se todos compartilhassem o mesmo espaço.
A poucos metros dali, quase no mesmo nível de solo, a tecnologia promovia o encontro de jovens que resolveram tirar a roupa dentro do metrô.
Para entender São Paulo, é preciso observar como esses "bunkers" da modernidade convivem com a explícita barbárie, visível nas ruas. Barbárie foi a chacina de mendigos que ocorreu no bairro do Jaçanã na semana passada. Ou o fato de ocorrer, a cada 15 dias, um estupro numa escola pública (até numa creche já houve estupro).
Se a avenida Paulista é um símbolo da cidade, as crianças e os adolescentes que formam territórios do crack também o são. Criaram uma verdadeira cidade dentro da cidade, a chamada "cracolândia".
O movimento mais interessante de São Paulo é a resistência dos "bunkers" contra a barbárie. Na sexta-feira, foi lançado, durante a conferência do Ethos (entidade voltada à responsabilidade empresarial), um movimento de algumas das empresas mais importantes do país para apoiar projetos na cidade. A ideia é que trabalhem sobre metas comuns. O conceito de bairro educador vem sendo desenvolvido em favelas como Heliópolis e Paraisópolis - nesta, aliás, começa a ser montada uma orquestra sinfônica.
Se, de um lado, vemos a barbárie nos indicadores das escolas públicas paulistanas, de outro vemos crescer o número de "bunkers" de algumas das melhores cabeças da cidade pensando e tramando sobre como melhorar o ensino. Cresce o número de empresários que apoiam a gestão de escolas, bem como o de entidades que estudam e propõem soluções educacionais e articulações nacionais. Desse encontro, saiu a ideia de mobilizar o país para atingir uma educação de qualidade até 2022, quando se comemorará o bicentenário da independência.
Áreas como a praça Roosevelt e o Baixo Augusta, onde imperava apenas a marginalidade, tornaram-se "bunkers" para o lançamento de novos talentos da música e do teatro.
Neste fim de semana, podemos apreciar a efervescência da vida cultural paulistana, quando as multidões dominam as ruas, e os talentos se apresentam em palcos a céu aberto. Espremem-se, quase lado a lado, nomes que vão de Sidney Magal a Céu, passando por Pitty e pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, em meio ao desfile de fãs fantasiados como os heróis de histórias em quadrinhos e vídeos japoneses.
Neste ano, a diferença é que ocorre uma ocupação da "cracolândia", onde foram instalados palcos de dança e música erudita, de modo que Schumann e Tchaikovski se misturam com os meninos do crack.
Na semana passada, foi anunciado o consórcio que ganhou a licitação para realizar o projeto de reurbanização da região. Alguns dos arquitetos recuperaram áreas deterioradas de Manchester e San Francisco (EUA).
Está aí a síntese do problema paulistano, com seus "bunkers" de resistência: vamos ficar mais próximos da música nas ruas ou dos meninos do crack?
PS - Podem me chamar de ingênuo, mas a minha vivência cotidiana nessa resistência me permite apostar na vitória da cidade. Cada vez mais pessoas influentes entram nesses "bunkers" de civilidade, todas incomodadas por viver em meio ao caos e ao medo. Cresce a sofisticação do capital humano, além de aumentar a escolaridade - e isso não combina com a barbárie das ruas.
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
O sol nascerá ( a sorrir )
Mais uma semaninha prá saborear..."A sorrir Eu pretendo levar a vida"
Compositor(es): Cartola & Elton Medeiros
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Finda a tempestade
O sol nascerá,
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Levar a vida
Compositor(es): Cartola & Elton Medeiros
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Finda a tempestade
O sol nascerá,
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Levar a vida
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Aquarela - "Toquinho"
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
"Aquarela"/Toquinho
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
"Aquarela"/Toquinho
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Você nunca sabe prá que Ruffles a vida vai te levar
Adorei essa campanha, com a voz única do Odayr Baptista que tb adoroooo ;)
Ruffles "Possibilidades"
Loc Off.: Sozinho você pode...com 1 amigo você pode...com 2 amigos você pode...com 5 amigos você pode
http://www.youtube.com/watch?v=Ev7hPKKc9Gk
Assinatura: Você nunca sabe prá que Ruffles a vida vai te levar.
Ruffles "Possibilidades"
Loc Off.: Sozinho você pode...com 1 amigo você pode...com 2 amigos você pode...com 5 amigos você pode
http://www.youtube.com/watch?v=Ev7hPKKc9Gk
Assinatura: Você nunca sabe prá que Ruffles a vida vai te levar.
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com 1 amigo você pode,
com 2 amigos você pode,
com 5 amigos você pode,
Ruffles Possibilidades,
Sozinho você pode
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
domingo, 9 de maio de 2010
Dia das mães, um dia com alguns imprevistos...
mas no balanço do dia, foi bom. Ainda bem que tudo correu bem, foram sustos, podia ter sido pior né ? Como dizem no final tudo dá certo, são os dribles do cotidiano, mas até que depois senti um certo sincronismo.
Esse dia das mães ficará na história, as comemorações começaram bem cedo. Desde que meu irmão faleceu num acidente de carro que a minha mãe não comemorava o dia das mães, pois o mesmo faleceu nesse dia comemorativo, como sempre dizemos que o dia das mães é todo dia, e sei muito bem disso, pude comprovar mais de perto desde que o meu filho Fefê nasceu em 2004, ser mãe é foda em todos os sentidos !! Nessa data comemorativa costumávamos reunir os 6 filhos e comemorar com um belo churras, uma feijuca ou com o famoso arroz de forno da Mama, ou o Yakissoba do Mano, a Lazanha da Mana, ou a carne de panela da outra mana mais velha e assim todos comemorávamos juntos, hoje minha mãe acordou animada e conseguimos pela primeira vez tirá-la de casa, foi muito legal, fomos almoçar no Jigs ( Shopping Paulista ) foi um almoço bem agradável, divertido e o Feijão do Chefe estava delicioso, como sempre. Demos muitas risadas ;)
Mas na saída, o Fefê quase me matou do coração ele prendeu o crocs na escada rolante, fomos até a enfermaria do Shopping, graças à deus, o pezinho dele só ficou vermelho, depois desse susto, fiquei com enxaqueca, aí abri o email e vi a mensagem de Lella e aí deu uma vontade imensa de escrever um pouco.
Outro evento triste, a irmã de uma amiga faleceu hoje daquela doença "maledita", fiquei pensando como somos egoístas né ? Agora ela descansará. A minha amiga J.A, estava arrasada, um pouco assustada, e impressionada como as últimas horas de vida da irmã, complicado, né ? Por mais que sabemos que a morte baterá na nossa porta um dia, ainda relutamos em aceitá-la !!!!
Tha's it ;)
Tudo na vida tem fim...
Paulinho Moska - Tudo novo de novo
http://www.youtube.com/watch?v=XHS2N_5P_2A&feature=related
Esse dia das mães ficará na história, as comemorações começaram bem cedo. Desde que meu irmão faleceu num acidente de carro que a minha mãe não comemorava o dia das mães, pois o mesmo faleceu nesse dia comemorativo, como sempre dizemos que o dia das mães é todo dia, e sei muito bem disso, pude comprovar mais de perto desde que o meu filho Fefê nasceu em 2004, ser mãe é foda em todos os sentidos !! Nessa data comemorativa costumávamos reunir os 6 filhos e comemorar com um belo churras, uma feijuca ou com o famoso arroz de forno da Mama, ou o Yakissoba do Mano, a Lazanha da Mana, ou a carne de panela da outra mana mais velha e assim todos comemorávamos juntos, hoje minha mãe acordou animada e conseguimos pela primeira vez tirá-la de casa, foi muito legal, fomos almoçar no Jigs ( Shopping Paulista ) foi um almoço bem agradável, divertido e o Feijão do Chefe estava delicioso, como sempre. Demos muitas risadas ;)
Mas na saída, o Fefê quase me matou do coração ele prendeu o crocs na escada rolante, fomos até a enfermaria do Shopping, graças à deus, o pezinho dele só ficou vermelho, depois desse susto, fiquei com enxaqueca, aí abri o email e vi a mensagem de Lella e aí deu uma vontade imensa de escrever um pouco.
Outro evento triste, a irmã de uma amiga faleceu hoje daquela doença "maledita", fiquei pensando como somos egoístas né ? Agora ela descansará. A minha amiga J.A, estava arrasada, um pouco assustada, e impressionada como as últimas horas de vida da irmã, complicado, né ? Por mais que sabemos que a morte baterá na nossa porta um dia, ainda relutamos em aceitá-la !!!!
Tha's it ;)
Tudo na vida tem fim...
Paulinho Moska - Tudo novo de novo
http://www.youtube.com/watch?v=XHS2N_5P_2A&feature=related
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Dia com imprevistos,
Dia Das Mães 2010
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Um dia das mães com muitos imprevistos...
GRANDE MÃE
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Your browser may not support display of this image. BOA MÃE É AQUELA QUE SE PROPÕE A SER DESNECESSÁRIA ,
A BOA MÃE NÃO DEIXA O AMOR, INCONDICIONAL, SE TORNAR O VÍCIO QUE FRAGILIZA, DESTRÓI E CAUSA DEPENDÊNCIA.
BOA MÃE É AQUELA QUE APONTA UM CAMINHO, SE PRECISO FOR, MAS DEIXA O FILHO TRAÇAR SUA ROTA E COMETER SEUS PRÓPRIOS ERROS AO FAZER ESCOLHAS; PORQUE SABE QUE AMAR É LIBERTAR.
AO ENSINAR, A BOA MÃE APRENDE. E SEMPRE BUSCA UM MEIO DE SER MELHOR, POR TER CONSCIÊNCIA DE QUE NÃO SABE TUDO.
ELA SABE QUE FOI ESCOLHIDA APENAS COMO RECEPTÁCULO DE UM NOVO ESPÍRITO QUE EVOLUI A CADA EXPERIÊNCIA.
E COM A ALMA EM PRECE, FICA MESMO LONGE, SEMPRE MUITO PERTO.
A BOA MÃE, NA CONCORDÂNCIA OU NA DIVERGÊNCIA, NO SUCESSO OU NO FRACASSO, ABRE SEUS BRAÇOS E TRAZ O FILHO PARA O ACONCHÊGO.
ENFIM, UMA BOA MÃE SABE QUE PARA FAZER SEU TRABALHO DIREITO, TERÁ QUE SE TORNAR DESNECESSÁRIA.
PORQUE, GRANDE MÃE É AQUELA QUE, MESMO FRÁGIL EM SUA SOLIDÃO, SE FAZ PORTO - SEGURO - E ACOLHE O FILHO AO VÊ-LO ATRACAR.
Lella
Maio/2010
Nota: adaptação de um texto de autor desconhecido
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A BOA MÃE NÃO DEIXA O AMOR, INCONDICIONAL, SE TORNAR O VÍCIO QUE FRAGILIZA, DESTRÓI E CAUSA DEPENDÊNCIA.
BOA MÃE É AQUELA QUE APONTA UM CAMINHO, SE PRECISO FOR, MAS DEIXA O FILHO TRAÇAR SUA ROTA E COMETER SEUS PRÓPRIOS ERROS AO FAZER ESCOLHAS; PORQUE SABE QUE AMAR É LIBERTAR.
AO ENSINAR, A BOA MÃE APRENDE. E SEMPRE BUSCA UM MEIO DE SER MELHOR, POR TER CONSCIÊNCIA DE QUE NÃO SABE TUDO.
ELA SABE QUE FOI ESCOLHIDA APENAS COMO RECEPTÁCULO DE UM NOVO ESPÍRITO QUE EVOLUI A CADA EXPERIÊNCIA.
E COM A ALMA EM PRECE, FICA MESMO LONGE, SEMPRE MUITO PERTO.
A BOA MÃE, NA CONCORDÂNCIA OU NA DIVERGÊNCIA, NO SUCESSO OU NO FRACASSO, ABRE SEUS BRAÇOS E TRAZ O FILHO PARA O ACONCHÊGO.
ENFIM, UMA BOA MÃE SABE QUE PARA FAZER SEU TRABALHO DIREITO, TERÁ QUE SE TORNAR DESNECESSÁRIA.
PORQUE, GRANDE MÃE É AQUELA QUE, MESMO FRÁGIL EM SUA SOLIDÃO, SE FAZ PORTO - SEGURO - E ACOLHE O FILHO AO VÊ-LO ATRACAR.
Lella
Maio/2010
Nota: adaptação de um texto de autor desconhecido
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Programa Consumo Consciente DASA/Coleta Seletiva
Saiba como participar e conheça os benefícios.
Pratique os 7 "Rs" Repense, Reduza, Reutilize, Reaproveite, Recicle,Recuse e Reinvente.
Mais Infos no email: meioambiente@danet.com.br
Aproveitando a carona seguem fotos das lixeiras pintadas pelo Luizinho Cavalli pro Planeta Sustentável, ele é meu amigo publicitário e grande artista. Além desse excelente trabalho, ele foi um dos 5 artistas selecionados para representar o Brasil na Copa da África do Sul 2010.
Saiba como participar e conheça os benefícios.
Matéria, fonte Luizinho - A Copa da Africa do Sul criou junto a FIFA uma organização para Divulgar a arte. Foram escolhidos 5 artistas de cada país. São 32 paises com um total de 160 artistas
Eles fizeram uma mostra do
projeto Fine Art na abertura e definição de chaves dos times para 1000 jornalistas do mundo todo com apenas 21 artistas destes 160.
Luizinho...+ Gustavo Rosa defendendo o Brazil.
é isso.... veja o link e depois perto do link do blog tem o site oficial da copa de art.
http://www.2010fineart.com/assets/uploads/event/Artists%20Profiles.pdf
Pratique os 7 "Rs" Repense, Reduza, Reutilize, Reaproveite, Recicle,Recuse e Reinvente.
Mais Infos no email: meioambiente@danet.com.br
Aproveitando a carona seguem fotos das lixeiras pintadas pelo Luizinho Cavalli pro Planeta Sustentável, ele é meu amigo publicitário e grande artista. Além desse excelente trabalho, ele foi um dos 5 artistas selecionados para representar o Brasil na Copa da África do Sul 2010.
Saiba como participar e conheça os benefícios.
Matéria, fonte Luizinho - A Copa da Africa do Sul criou junto a FIFA uma organização para Divulgar a arte. Foram escolhidos 5 artistas de cada país. São 32 paises com um total de 160 artistas
Eles fizeram uma mostra do
projeto Fine Art na abertura e definição de chaves dos times para 1000 jornalistas do mundo todo com apenas 21 artistas destes 160.
Luizinho...+ Gustavo Rosa defendendo o Brazil.
é isso.... veja o link e depois perto do link do blog tem o site oficial da copa de art.
http://www.2010fineart.com/assets/uploads/event/Artists%20Profiles.pdf
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Luiz Cavalli um dos 5 artistas selecionados para representar o Brasil na Copa da África do Sul 2010,
Planeta Sustentável,
Programa Consumo Consciente DASA/Coleta Seletiva
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Tudoaomesmotempoagora. Tudo saindo da cachola rsss
Adorei essa tela. O figura é o Pedro Kapullo, o conheci numa galeria na Augusta. Percebam que o fundo é Jornal, sensacional ! Peguei os contatos dele. Puta artista ;)
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Ontem um belo click na Teodoro Sampaio
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Pombos na Teodoro
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Uma noite especial...
A lua está maravilhosa...e prá completar ouvi a música "Relicário"/Nando Reis que eu adoro e agora não pára de pipocar aquela parte
O que está acontecendo ?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo ?
Eu estava em paz quando você chegou
http://www.youtube.com/watch?v=knat_CjgzUw
O que está acontecendo ?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo ?
Eu estava em paz quando você chegou
http://www.youtube.com/watch?v=knat_CjgzUw
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sábado, 24 de abril de 2010
É simples, assim...
Tempo, louco tempo, seduz o futuro com histórias do passado.
Livro Corredeiras do tempo.
Guido Fidelis
Livro Corredeiras do tempo.
Guido Fidelis
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O preço da cultura segundo Freud
Segundo Freud, a cultura tem um preço, baseado na renúncia à mera procura do prazer. Renúncia, castração, limite, trabalho, culpa - eis a série de equivalências que fundamenta a cultura e constitui o seu preço. Cada sujeito tem que se responsabilizar para que este preço não seja exorbitante, para que a neurose da civilização não apague o seu desejo, nem sufoque o seu Eros sob o peso da culpabilidade.
Richard E. Bucher
Livro Humanidades Pág 44 - Cultura e Psicanálise.
Civilização dos Trópicos - Uma resposta à barbárie.
Richard E. Bucher
Livro Humanidades Pág 44 - Cultura e Psicanálise.
Civilização dos Trópicos - Uma resposta à barbárie.
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.Freud,
Richard E. Bucher. Livro Humanidades - Civilização dos Trópicos - Uma resposta à barbárie.
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Corredeiras do Tempo
A vida é um eterno processo de transformação.
O escultor recria, a rocha ganha formas; o pintor
transfere o sopro da beleza para as telas;
o músico rompe o silêncio com a suavidade dos sons;
e o poeta sonha que pode voar,
planar entre as nuvens, renascer em cada ponto,
povoar a terra com os seres que nascem de suas fantasias.
A ampulheta está partida,
a areia escorre,
mistura-se a poeira dos séculos,
não mais importam minutos, horas.
A vida abandona o futuro,
mergulha no passado.
Construir uma ponte, transpor os despenhadeiros
do desconhecido e descobrir que a viagem
é veloz, breve, e que a estrada tem
começo e fim; no meio, curvas sinuosas,
muitas curvas, e o vazio da solidão.
"Corredeiras do tempo"
Guido Fidelis
O escultor recria, a rocha ganha formas; o pintor
transfere o sopro da beleza para as telas;
o músico rompe o silêncio com a suavidade dos sons;
e o poeta sonha que pode voar,
planar entre as nuvens, renascer em cada ponto,
povoar a terra com os seres que nascem de suas fantasias.
A ampulheta está partida,
a areia escorre,
mistura-se a poeira dos séculos,
não mais importam minutos, horas.
A vida abandona o futuro,
mergulha no passado.
Construir uma ponte, transpor os despenhadeiros
do desconhecido e descobrir que a viagem
é veloz, breve, e que a estrada tem
começo e fim; no meio, curvas sinuosas,
muitas curvas, e o vazio da solidão.
"Corredeiras do tempo"
Guido Fidelis
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Corredeiras do tempo,
Guido Fidelis
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
O não me deixes
Suas histórias e sua cozinha
Rachel Queiroz
Uma das imagens mais fortes da minha avó, entre tantas que ela deixou na minha vida, foi a de sertaneja. O seu amor por aquela terra e por aquela gente é tão intenso e tão poderoso que se sente nela a própria essência do sertão.
Rachel Queiroz
Uma das imagens mais fortes da minha avó, entre tantas que ela deixou na minha vida, foi a de sertaneja. O seu amor por aquela terra e por aquela gente é tão intenso e tão poderoso que se sente nela a própria essência do sertão.
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Sabadão matutino extremamente harmônico
Sabadão nublado, um pouco cinza mas com algumas pinceladas coloridas por aí...
Vim visitar ao "Sebo Orium" dirigido pelos meus sobrinhos Claudio e Fábio, aqui além de títulos em lançamento como na maioria das livrarias, ainda existem as "pérolas raras" que ainda acredito que sejam melhores que os lançamentos, essas pérolas me atraem, entre os livros que garimpei hoje o melhor foi "Um pouco mais de swing"/João Batista Melo.
" O ritmo dos bumbos se acelerou e um pouco mais de swing coloriu as harmonias.(...) Foi de repente que Louis levou o pistom aos lábios e tocou alguma coisa imprevista, um solo que acompanhava os outros instrumentos, mas ao mesmo tempo era algo novo e sem destino, uma viagem sem princípio nem fim, que apenas nascia de dentro dele, como uma fonte na beira da estrada"/"Um pouco mais de swing"/João Batista Melo.
Adoro garimpar nos Sebos da vida, pois encontro livros com histórias além da própria história, romance ou ficção no conteúdo do mesmo, são livros autografados, livros usados, páginas amarelas, etc. Nos sebos não tem diz que me diz, corantes artificiais, amaciantes Ola, tira manchas Vanish, aqui nossos amigos livros aguardam por um olhar diferente, uma nova curiosidade, uma folheada com atenção, amor, carinho e claro com certeza um convite para um novo lar, uma nova cabeçeira, um nova estante, um novo amigo a tira colo.
Sabadão harmônico com muita cultura, música, passeios e muitor amor da família, amomuitotudoisso ;)
Muitas vezes, a realidade é mais fantástica do que a própria ficção.
Luiz Carlos Rocha
Vim visitar ao "Sebo Orium" dirigido pelos meus sobrinhos Claudio e Fábio, aqui além de títulos em lançamento como na maioria das livrarias, ainda existem as "pérolas raras" que ainda acredito que sejam melhores que os lançamentos, essas pérolas me atraem, entre os livros que garimpei hoje o melhor foi "Um pouco mais de swing"/João Batista Melo.
" O ritmo dos bumbos se acelerou e um pouco mais de swing coloriu as harmonias.(...) Foi de repente que Louis levou o pistom aos lábios e tocou alguma coisa imprevista, um solo que acompanhava os outros instrumentos, mas ao mesmo tempo era algo novo e sem destino, uma viagem sem princípio nem fim, que apenas nascia de dentro dele, como uma fonte na beira da estrada"/"Um pouco mais de swing"/João Batista Melo.
Adoro garimpar nos Sebos da vida, pois encontro livros com histórias além da própria história, romance ou ficção no conteúdo do mesmo, são livros autografados, livros usados, páginas amarelas, etc. Nos sebos não tem diz que me diz, corantes artificiais, amaciantes Ola, tira manchas Vanish, aqui nossos amigos livros aguardam por um olhar diferente, uma nova curiosidade, uma folheada com atenção, amor, carinho e claro com certeza um convite para um novo lar, uma nova cabeçeira, um nova estante, um novo amigo a tira colo.
Sabadão harmônico com muita cultura, música, passeios e muitor amor da família, amomuitotudoisso ;)
Muitas vezes, a realidade é mais fantástica do que a própria ficção.
Luiz Carlos Rocha
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Sebo Orium,
Um pouco mais de swing
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
O Filho do Pescador
O que é o amor ?
Um afeto que principia por um prazer dos olhos, uma dor no coração e uma aflição de alma ! Um momento de entusiasmo produz tudo isto, e um momento de calma destrói ! Nesses instantes de delírio, a que chamamos amor, não há considerações, não há respeitos, aniquila-se o passado, pulveriza-se o futuro: o vício é nada, a virtude ilusão, e um único pensamento constitui o universo do amor - Quero !
Livro O filho do pescador"O Primeiro romance brasileiro"
Teixeira e Sousa
Editora Artium
Um afeto que principia por um prazer dos olhos, uma dor no coração e uma aflição de alma ! Um momento de entusiasmo produz tudo isto, e um momento de calma destrói ! Nesses instantes de delírio, a que chamamos amor, não há considerações, não há respeitos, aniquila-se o passado, pulveriza-se o futuro: o vício é nada, a virtude ilusão, e um único pensamento constitui o universo do amor - Quero !
Livro O filho do pescador"O Primeiro romance brasileiro"
Teixeira e Sousa
Editora Artium
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Meu pequeno grande MESTRE
Dá prá imaginar que uma figura especial dessas, um mini ser humano como costumo dizer, dá um trabalhão ? Pois é ? Mas perceba a serenidade da figura vendo desenhos 07:15 da manhana Zzzz rsss
Esse é o cara !
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e enfim o sósia do Macaulin Culkin,
mestre,
meu filho,
parceiro
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Um email que me chamou muita atenção antes do feriadão
from A.B.S, eu adorei, obrigada Dear Friend ;)
Tks a Lot, beijos e take care ;)
“Saúde não é uma simples questão de ausência de doença.
Saúde significa desafio constante.
Constante criatividade.
Uma vida rica, fecunda, criativa é aquela que vai adiante,
aberta para novos horizontes - essa é uma vida verdadeiramente saudável."
Daisaku Ikeda
É isso. Vamos valorizar muito nossa vida, cuidando de nossa saúde e eliminando as dúvidas. Vamos acreditar na vitória!! Outro presente que recebi(e que vale a pena compartilhar é a frase da Karen Horney:
“A preocupação deveria levar-nos a ação e não a depressão”
Tks a Lot, beijos e take care ;)
“Saúde não é uma simples questão de ausência de doença.
Saúde significa desafio constante.
Constante criatividade.
Uma vida rica, fecunda, criativa é aquela que vai adiante,
aberta para novos horizontes - essa é uma vida verdadeiramente saudável."
Daisaku Ikeda
É isso. Vamos valorizar muito nossa vida, cuidando de nossa saúde e eliminando as dúvidas. Vamos acreditar na vitória!! Outro presente que recebi(e que vale a pena compartilhar é a frase da Karen Horney:
“A preocupação deveria levar-nos a ação e não a depressão”
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Daisaku Ikeda,
Depressão - Karen Horney,
Preocupação,
Saúde
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Deixe voar by Gilberto Dimenstein - Fonte @ PortalAprendiz/Twitter
Um dois mais importantes cineastas brasileiros, Cacá Diegues tem 70 anos, o que, por si só, lhe daria certo direito à arrogância ou à impaciência com o amadorismo. Apesar da fama e da idade, ele se submeteu a um exercício de humildade. Convocou centenas de jovens dos morros do Rio para participarem como coautores de um filme sobre as favelas -e aí teve de enfrentar (e perder), em diferentes fases do trabalho, várias discussões técnicas com amadores.
Desse laboratório, realizado no ano passado, saiu o "5x Favela", uma sequência de cinco histórias, cujo argumento e roteiro saíram da cabeça dos jovens. Com esse recurso, imaginava-se desmontar os estereótipos muitas vezes usados no cinema sobre as comunidades populares, onde parece que só existem bandidos e tipos desencaminhados.
Na quinta-feira passada, o filme foi escolhido para ser exibido em Cannes. Mais importante do que a repercussão internacional, é o "making of" pedagógico: conseguem-se façanhas notáveis quando o jovem é visto não como um problema, mas como uma solução -não só como espectador, mas como coautor.
Senhores candidatos, está aí, exatamente aí, um dos melhores meios de combater a violência e produzir gente que gosta de aprender.
Geralmente, os jovens são associados a algum tipo de encrenca, das drogas às pulseirinhas do sexo. Muitas vezes, são apresentados apenas como alienados ou bobocas que não resistem aos apelos publicitários das grifes. Estão numa fase de risco, é óbvio, mas, quando são convidados a colocar sua energia em criatividade e onde se sentem protagonistas, tornam-se solução.
É o que tenho testemunhado nos projetos que acompanho ou de que participo em várias partes do mundo, tanto em comunidades pobres como em escolas de elite. Na semana passada, mais um caso -e não com jovens da periferia, mas com alunos de algumas das mais destacadas escolas particulares de São Paulo.
Ao mesmo tempo em que era divulgada a mais completa investigação acadêmica sobre agressividade nas escolas brasileiras -o chamado bullying-, um punhado de adolescentes ensinava, nas telas, como traduzir essa crônica (e, pelo jeito, cada vez maior) humilhação.
Estudantes de escolas como Equipe, Santa Cruz, Oswald de Andrade, Dante, Arquidiocesano, Sion e Bandeirantes não apenas discutiram a violência nas escolas -entre os vários tipos de risco à adolescência- mas também interferiram no roteiro do filme e ocuparam os papéis. Desvendaram-se ali os códigos e os segredos da juventude, em conversas íntimas que, em alguns casos, acabaram com dores legendadas em lágrimas.
Tive de me submeter a uma espécie de suicídio autoral. Eles ajudaram a criar o roteiro e os diálogos de um filme sobre a juventude, a partir de uma série de livros ("Mano") que escrevi com a escritora Heloísa Prieto -todo o processo foi guiado pela diretora Laís Bodanzky e pelo roteiro de Luís Bolognesi. O que era uma obra com começo, meio e fim virou uma fonte de inspiração, o ponto de partida. Mudaram histórias. Não deixaram nem mesmo o título, do qual eu tanto gostava. Durante o processo de criação, mataram personagens, alguns deles tirados da vida real, inspirados nas pessoas que mais amo. Ao ver na tela "As Melhores Coisas do Mundo", tive de reconhecer que eles conseguiram soluções para se comunicar com os jovens de um jeito que um adulto não conseguiria. O desconforto foi trocado, no final, por uma sensação de prazer.
Prazer talvez por causa de uma frase que me disse Paulo Freire, durante um jantar em meu apartamento, em Nova York, embalado por muito vinho: "O educador morre quando deixa de aprender com seus alunos".
Foi por isso que Cacá conseguiu ajudar a produzir imagens geniais no "5x Favela". Uma delas, intitulada "Deixa Voar", era a de uma pipa que caiu no lado da favela dominado por uma facção rival. Montar modelos para jovens serem protagonistas é convidá-los a voar.
PS- Coloquei em meu site (www.dimenstein.com.br) mais detalhes sobre a experimentação conduzida por Cacá, além de imagens do filme.
Desse laboratório, realizado no ano passado, saiu o "5x Favela", uma sequência de cinco histórias, cujo argumento e roteiro saíram da cabeça dos jovens. Com esse recurso, imaginava-se desmontar os estereótipos muitas vezes usados no cinema sobre as comunidades populares, onde parece que só existem bandidos e tipos desencaminhados.
Na quinta-feira passada, o filme foi escolhido para ser exibido em Cannes. Mais importante do que a repercussão internacional, é o "making of" pedagógico: conseguem-se façanhas notáveis quando o jovem é visto não como um problema, mas como uma solução -não só como espectador, mas como coautor.
Senhores candidatos, está aí, exatamente aí, um dos melhores meios de combater a violência e produzir gente que gosta de aprender.
Geralmente, os jovens são associados a algum tipo de encrenca, das drogas às pulseirinhas do sexo. Muitas vezes, são apresentados apenas como alienados ou bobocas que não resistem aos apelos publicitários das grifes. Estão numa fase de risco, é óbvio, mas, quando são convidados a colocar sua energia em criatividade e onde se sentem protagonistas, tornam-se solução.
É o que tenho testemunhado nos projetos que acompanho ou de que participo em várias partes do mundo, tanto em comunidades pobres como em escolas de elite. Na semana passada, mais um caso -e não com jovens da periferia, mas com alunos de algumas das mais destacadas escolas particulares de São Paulo.
Ao mesmo tempo em que era divulgada a mais completa investigação acadêmica sobre agressividade nas escolas brasileiras -o chamado bullying-, um punhado de adolescentes ensinava, nas telas, como traduzir essa crônica (e, pelo jeito, cada vez maior) humilhação.
Estudantes de escolas como Equipe, Santa Cruz, Oswald de Andrade, Dante, Arquidiocesano, Sion e Bandeirantes não apenas discutiram a violência nas escolas -entre os vários tipos de risco à adolescência- mas também interferiram no roteiro do filme e ocuparam os papéis. Desvendaram-se ali os códigos e os segredos da juventude, em conversas íntimas que, em alguns casos, acabaram com dores legendadas em lágrimas.
Tive de me submeter a uma espécie de suicídio autoral. Eles ajudaram a criar o roteiro e os diálogos de um filme sobre a juventude, a partir de uma série de livros ("Mano") que escrevi com a escritora Heloísa Prieto -todo o processo foi guiado pela diretora Laís Bodanzky e pelo roteiro de Luís Bolognesi. O que era uma obra com começo, meio e fim virou uma fonte de inspiração, o ponto de partida. Mudaram histórias. Não deixaram nem mesmo o título, do qual eu tanto gostava. Durante o processo de criação, mataram personagens, alguns deles tirados da vida real, inspirados nas pessoas que mais amo. Ao ver na tela "As Melhores Coisas do Mundo", tive de reconhecer que eles conseguiram soluções para se comunicar com os jovens de um jeito que um adulto não conseguiria. O desconforto foi trocado, no final, por uma sensação de prazer.
Prazer talvez por causa de uma frase que me disse Paulo Freire, durante um jantar em meu apartamento, em Nova York, embalado por muito vinho: "O educador morre quando deixa de aprender com seus alunos".
Foi por isso que Cacá conseguiu ajudar a produzir imagens geniais no "5x Favela". Uma delas, intitulada "Deixa Voar", era a de uma pipa que caiu no lado da favela dominado por uma facção rival. Montar modelos para jovens serem protagonistas é convidá-los a voar.
PS- Coloquei em meu site (www.dimenstein.com.br) mais detalhes sobre a experimentação conduzida por Cacá, além de imagens do filme.
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diretora Laís Bodanzky,
escritora Lais Prieto,
Filme 5x Favela,
Laboratório Cacá Diegues,
roteiro de Luis Blognesi. By Gilberto Dimenstein,
sequência de 5 histórias
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Clarice Lispector 2
"Sou uma filha da natureza:
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo."
Clarice Lispector
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo."
Clarice Lispector
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Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Clarice Lispector
Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Longe
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Arnaldo Antunes,
Longe
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Poema em linha reta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Fernando Pessoa
Fonte: www.fisica.ufpb.br
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Fernando Pessoa
Fonte: www.fisica.ufpb.br
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Poema em linha reta
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
terça-feira, 6 de abril de 2010
Belo Poema
Recebi a revista "Em Condomínios"/Vila Olímpia Ano 1 - Edição 9, Abril 2010 e eis que leio o seguinte poema:
Quero perceber tudo com calma mesmo em meio a correria ,sentir que a vida é quente mesmo quando se diz fria, fazer da vida um canto mesmo sem melodia, amar as pessoas sendo elas João ou Maria.
Mena Moreira
Quero perceber tudo com calma mesmo em meio a correria ,sentir que a vida é quente mesmo quando se diz fria, fazer da vida um canto mesmo sem melodia, amar as pessoas sendo elas João ou Maria.
Mena Moreira
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Ai Daqueles - Paulo Leminski
Ai daqueles
Ai daqueles
que se amaram sem nenhuma briga
aqueles que deixaram que a mágoa nova
virasse chaga antiga
ai daqueles que se amaram
sem saber que amar é feito pão em casa
e que a pedra só não voa
porque não quer
não por que não tem asa.
Paulo Leminski
Ai daqueles
que se amaram sem nenhuma briga
aqueles que deixaram que a mágoa nova
virasse chaga antiga
ai daqueles que se amaram
sem saber que amar é feito pão em casa
e que a pedra só não voa
porque não quer
não por que não tem asa.
Paulo Leminski
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Ai daqueles/Paulo Leminski
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domingo, 4 de abril de 2010
Tudo novo de novo
- Vamos começar ? Vamos começar colocando um ponto final, pelo menos já é um sinal, de que tudo na vida tem fim. Paulinho Moska
http://www.youtube.com/watch?v=XHS2N_5P_2A&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=XHS2N_5P_2A&feature=related
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Paulinho Moska,
Tudo novo de novo
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Feriadão/Speciall Day Off
Me alimentei muito nesse feriadão. Simplesmente mastercard, tks god !
Tô me sentindo mais leve !!!
É preciso esvaziar...
Eis alguns clicks mágicos
Tô me sentindo mais leve !!!
É preciso esvaziar...
Eis alguns clicks mágicos
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Day Off,
Diversos Alimentos no feriadão
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Primeira chuva da semana
Caiu um toró aqui, ficou tudo cinza, mas agora aos poucos vejo tudo mais claro ;)
Depois postarei as fotos
Depois postarei as fotos
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Chuva da Semana
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Art of dancing
Recomendo Art of dancing
http://www.youtube.com/watch?v=IzSR1ScJT7A
by Diego Mac Lean,
Fonte Caraminholas/facebook,
boa semana,
bjs ;)
http://www.youtube.com/watch?v=IzSR1ScJT7A
by Diego Mac Lean,
Fonte Caraminholas/facebook,
boa semana,
bjs ;)
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domingo, 28 de março de 2010
Indios by Legião Urbana
http://www.youtube.com/watch?v=nM_gEzvhsM0
...Quem me dera, ao menos uma vez,
Ter de volta todo ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
...Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer
...Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante,
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.
...Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes
...Quem me dera, ao menos uma vez,
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.
...Quem me dera, ao menos uma vez,
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.
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Índios,
Legião urbana,
Quem me dera...
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
sábado, 27 de março de 2010
Every day Glory by Rush
If the future's looking dark
We're the ones who have to shine
If there's no one in control
We're the ones who draw the line
Though we live in trying times
We're the ones who have to try
Though we know that time has wings
We're the ones who have to fly...
Every Day Glory
Rush
We're the ones who have to shine
If there's no one in control
We're the ones who draw the line
Though we live in trying times
We're the ones who have to try
Though we know that time has wings
We're the ones who have to fly...
Every Day Glory
Rush
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
quarta-feira, 24 de março de 2010
Almoço na Praça Benedito Calixto...
E me alimentei de outras pinceladas musicais.
Rolou um clima musical na Pça benedito Calixto, o tiozinho da Zona Azul e o Gari limpando a rua e assobiando um em cada canto da praça, adorei o sync do DUO, amo muito tudo isso ;)
Rolou um clima musical na Pça benedito Calixto, o tiozinho da Zona Azul e o Gari limpando a rua e assobiando um em cada canto da praça, adorei o sync do DUO, amo muito tudo isso ;)
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Assobio na Pça Benedito Calixto
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Luz
Como dizem sempre tem uma luz no fim do túnel, então aconselho olhar atentamente e quem sabe a mesma nesse momento não esteja piscando ;)
Pay attention !!
Pay attention !!
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Luz no fim do túnel,
Piscando
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
segunda-feira, 22 de março de 2010
A semana
Recebi um email hoje de uma amiga, A.A, e a frase era
Espero que estejam bem e que a vida siga gentil, animada e próspera.
Aí logo dei uma adaptada de leve para Que nossa semana seja animada, próspera e gentil e inclui o vídeo abaixo:
Revista Época - W/brasil
http://www.youtube.com/watch?v=KU7pUs2opis
Espero que estejam bem e que a vida siga gentil, animada e próspera.
Aí logo dei uma adaptada de leve para Que nossa semana seja animada, próspera e gentil e inclui o vídeo abaixo:
Revista Época - W/brasil
http://www.youtube.com/watch?v=KU7pUs2opis
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
Oficialmente velho - Leonardo Boff
Estou numa fase extremamente complicada tudoaomesmotempoagora e quando passo por essas fases eu literalmente "travo", não consigo escrever nada, mas em compensação consigo ler muito, ouvir muito, conhecer novas figuras e consigo reciclar meu acervo musical. E um dos textos que li e marcou foi "Oficialmente velho" fez com que eu refletisse muito e eis que separei esse belísimo texto para dividir com vocês, o mesmo foi extraído do site www.cuidardeidosos.com.br e cada vez mais sinto que estou bem próximo de colocar meu projeto vôanimavó em prática.
Desculpem a ausência virtual, mas aos poucos voltarei a escrever,
beijos, boa semana à todos,
Aninha
OFICIALMENTE VELHO
http://www.cuidardeidosos.com.br/2010/01/31/oficialmente-velho/
por Márcio Borges
Belíssimo texto de Leonardo Boff. Fala sobre seu processo de envelhecimento e tece reflexões à respeito do tema. Ótima dica de leitura!
OFICIALMENTE VELHO
Leonardo Boff*
Neste mês de dezembro completo 70 anos. Pelas condições brasileiras, me torno oficialmente velho. Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta pode ocorrer já no primeiro momento da vida. Mas é uma outra etapa da vida, a derradeira. Esta possui uma dimensão biológica, pois irrefreavelmente o capital vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos lentamente de todas as coisas. De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe, impacientes e sensíveis a gestos de bondade que nos levam facilmente às lágrimas,
Mas há um outro lado, mais instigante. A velhice é a última etapa do crescimento humano. Nós nascemos inteiros. Mas nunca estamos prontos. Temos que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao superar dificuldades e ao moldar o nosso destino. Estamos sempre em gênese. Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de nascer. Então entramos no silêncio. E morremos.
A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de crescer, madurar e finalmente terminar de nascer. Neste contexto, é iluminadora a palavra de São Paulo: “na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma medida rejuvenesce o homem interior”(2Cor 4,16). A velhice é uma exigência do homem interior. Que é o homem interior? É o nosso eu profundo, o nosso modo singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais radical. Esta identidade devemos encará-la face a face.
Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a vida nos impõe. Pois a vida é um teatro no qual desempenhamos muitos papéis. Eu, por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor, conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao “silêncio obsequioso” e outros papéis mais. Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura palha. Então deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos: Afinal, quem sou eu? Que sonhos me movem? Que anjos que habitam? Que demônios me atormentam? Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério? Na medida em que tentamos, com temor e tremor, responder a estas indagações vem à lume o homem interior. A resposta nunca é conclusiva; perde-se para dentro do Inefável.
Este é o desafio para a etapa da velhice. Então nos damos conta de que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que nos defina. Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida, reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria. É ilusão pensar que esta vem com a velhice. Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal.
Por fim, importa preparar o grande Encontro. A vida não é estruturada para terminar na morte, mas para se transfigurar através da morte. Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a Última Realidade, feita de amor e de misericórdia. Aí saberemos finalmente quem somos e qual é o nosso verdadeiro nome.
Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento: “contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a eternidade”.
Por fim, alimento dois sonhos, sonhos de um jovem ancião: o primeiro é escrever um livro só para Deus, se possível com o próprio sangue; e o segundo, impossível, mas bem expresso por Herzer, menina de rua e poetisa:”eu só queria nascer de novo, para me ensinar a viver”. Mas como isso é irrealizável, só me resta aprender na escola de Deus. Parafraseando Camões, completo: mais vivera se não fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.
* Teólogo, filósofo e escritor
Originariamente editado em:
http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=36408
Desculpem a ausência virtual, mas aos poucos voltarei a escrever,
beijos, boa semana à todos,
Aninha
OFICIALMENTE VELHO
http://www.cuidardeidosos.com.br/2010/01/31/oficialmente-velho/
por Márcio Borges
Belíssimo texto de Leonardo Boff. Fala sobre seu processo de envelhecimento e tece reflexões à respeito do tema. Ótima dica de leitura!
OFICIALMENTE VELHO
Leonardo Boff*
Neste mês de dezembro completo 70 anos. Pelas condições brasileiras, me torno oficialmente velho. Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta pode ocorrer já no primeiro momento da vida. Mas é uma outra etapa da vida, a derradeira. Esta possui uma dimensão biológica, pois irrefreavelmente o capital vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos lentamente de todas as coisas. De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe, impacientes e sensíveis a gestos de bondade que nos levam facilmente às lágrimas,
Mas há um outro lado, mais instigante. A velhice é a última etapa do crescimento humano. Nós nascemos inteiros. Mas nunca estamos prontos. Temos que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao superar dificuldades e ao moldar o nosso destino. Estamos sempre em gênese. Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de nascer. Então entramos no silêncio. E morremos.
A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de crescer, madurar e finalmente terminar de nascer. Neste contexto, é iluminadora a palavra de São Paulo: “na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma medida rejuvenesce o homem interior”(2Cor 4,16). A velhice é uma exigência do homem interior. Que é o homem interior? É o nosso eu profundo, o nosso modo singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais radical. Esta identidade devemos encará-la face a face.
Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a vida nos impõe. Pois a vida é um teatro no qual desempenhamos muitos papéis. Eu, por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor, conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao “silêncio obsequioso” e outros papéis mais. Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura palha. Então deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos: Afinal, quem sou eu? Que sonhos me movem? Que anjos que habitam? Que demônios me atormentam? Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério? Na medida em que tentamos, com temor e tremor, responder a estas indagações vem à lume o homem interior. A resposta nunca é conclusiva; perde-se para dentro do Inefável.
Este é o desafio para a etapa da velhice. Então nos damos conta de que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que nos defina. Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida, reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria. É ilusão pensar que esta vem com a velhice. Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal.
Por fim, importa preparar o grande Encontro. A vida não é estruturada para terminar na morte, mas para se transfigurar através da morte. Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a Última Realidade, feita de amor e de misericórdia. Aí saberemos finalmente quem somos e qual é o nosso verdadeiro nome.
Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento: “contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a eternidade”.
Por fim, alimento dois sonhos, sonhos de um jovem ancião: o primeiro é escrever um livro só para Deus, se possível com o próprio sangue; e o segundo, impossível, mas bem expresso por Herzer, menina de rua e poetisa:”eu só queria nascer de novo, para me ensinar a viver”. Mas como isso é irrealizável, só me resta aprender na escola de Deus. Parafraseando Camões, completo: mais vivera se não fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.
* Teólogo, filósofo e escritor
Originariamente editado em:
http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=36408
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Leonardo Boff,
OFICIALMENTE VELHO
Sou uma eterna sagitariana, apaixonada pelo meu filho. Adoro fotografar, curtir a natureza, etc. E como diz o Fefê, I love you three...expliquei o correto e ele me fez acreditar que amar three é muito melhor que amar too e eu gostei ;)
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